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A atividade criativa

Enviado em 22 de junho de 2015 | No programa: | Escrito por José Augusto Pinheiro | Publicado por Juliana Chagas

Meu bom amigo José e sua família estão na Flórida-EUA gozando merecido período de férias. Na cidade de Orlando, eles deverão conhecer os diversos parques da Disney World e de alguns estúdios de cinema. Isso me lembra que há exatamente 20 anos eu tive a oportunidade de conhecer esse verdadeiro paraíso da criatividade.

Pessoa escrevendo

 

Para quem já esteve lá, sabe do que eu estou tratando aqui: a experiência chega a dividir a existência terrena entre o ‘antes’ e o ‘depois’ dessa viagem. Em nenhum outro lugar já visitado por mim ficou tão evidente o poder imaginativo do ser humano. Como disse o criador desse mundo, Walter Elias Disney (1901-1966), “Você pode sonhar, criar, desenhar e construir o lugar mais maravilhoso do planeta. Mas é necessário ter pessoas para transformar o seu sonho em realidade”.

Eu destaco o Epcot Center, com o formato de imensa bola de golfe: o que é exibido lá dentro expõe a história da humanidade. Como será que coube tudo o que é visto? Dose maciça de inspiração divina. Também despertou a minha surpresa a atração ‘Os presidentes’, na qual todos os ocupantes da Casa Branca estão reunidos, discursando e gesticulando – simultaneamente.

Em recente palestra da Seicho-no-ie, observei a preletora cearense Ivone Holanda dizer qual é a moeda mais valiosa que existe: ‘as boas idéias’. Foram os momentos de genialidade que mudaram para melhor os destinos da civilização atual. Talvez você esteja lendo este artigo na tela de um computador ou do seu smartphone. Quem poderia acreditar nisso há poucas décadas?

Cada dia, de uma forma mais expressiva, exige-se dos profissionais que inovem em suas respectivas carreiras. A inspiração divina não marca hora nem lugar. Por isso, convém manter caneta e papel à mão. E vale a pena praticar a escrita; caso contrário, depois de 6.000 anos da criação dessa arte, nós corremos o risco de, em breve, só encontrarmos manuscritos no museu – onde tudo é observado, mas nada se cria.

 

Foto ilustrativa: http://www.freepik.com/

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