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Atualidades

Mediunidade infantil

Enviado em 10 de julho de 2017 | Publicado por Elen Alarça

 A glândula pineal, responsável por regular os ciclos vitais do corpo, recebe os sinais do outro plano e os transforma em percepções. Segundo o espiritismo, o processo reencarnatório termina aos 7 anos.

É nesta fase que ocorrem os primeiros casos de mediunidade em crianças. Mas isto não as torna médiuns; os pequenos só conseguirão essa denominação se ampliarem essas capacidades durante suas vidas. Grande parte deles não vêem os espíritos como uma ameaça. São amigos e companheiros. Esse comportamento se deve ao fato delas ainda não compreenderem o desencarne.

Para os pais preocupados com os fenômenos, aqui vão algumas dicas:

A espírita Martha Guimarães alerta que os pais devem encarar os relatos com naturalidade. Chamar a visão de “amigo invisível” pode ser uma boa saída.

 

Evite incutir medo. Dizer que as imagens significam “monstros” ou “bicho-papão” pode deixar a criança com pavor de ficar sozinho ou no escuro.

 

Ache um equilíbrio. Se os pais disserem que a criança está mentindo, ela pode começar um processo de negação e pensar que é louca. Porém, não deve-se incentivar demais as habilidades para que ela não perca interesse pelo mundo físico.

 

Busque apoio num centro espírita.  Saiba que a aplicação de passes e orações já é o suficiente para diminuir a frequência dos fenômenos.

 

Procure um psicólogo, é importante que a criança seja orientada por um especialista.

Fonte: Mundo Estranho

 

Saiba mais sobre o tema com o Boletim Espírita:

 

 

Leticia Lopes, 26, é jornalista guarulhense formada pela Faculdade Anhanguera e colaboradora da Rádio Boa Nova e TV Mundo Maior. Assinou matérias de jornais locais e já atuou como assessora de comunicação.

 

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