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Breve extrato de um físico francês sobre o Espírito

Enviado em 26 de novembro de 2013 | No programa: Espiritismo e Segurança Pública | Escrito por Bismael Moraes | Publicado por Rádio Boa Nova

Sombra de cinco pessoas em frente ao por do solO físico francês Jean E. Charon, professor em Paris, autor do tratado da obra de Albert Einstein, no livro “O Espírito, este desconhecido” – ‘L’Esprit Cet inconnu, (Editora Melhoramentos, São Paulo, 1990), já no prefácio, nos chama a atenção para dois detalhes, um na página 13:

“Dentro de cada homem, há individualidades microscópicas que pensam, que sabem, que transportam o Espírito dentro do Universo, e que podemos chamar, segundo os antigos gnósticos, de éons(termo de física próximo do elétron);

E outro, na página 15:

“O presente trabalho se dirige a todos que refletem sobre o mistério de nosso corpo e de nossa consciência, e, mais globalmente, às relações do Espírito com a Matéria, na escala do Universo inteiro”.

Mais adiante, na página 74, afirma que resultados obtidos no campo da Física “demonstram que o elétron possui todas as qualidades requeridas para ser a partícula portadora do Espírito no Universo”. E, na página 100, afirma que “a aventura principal do Espírito no Universo é, em primeiro lugar, a aventura dos bilhões de elétrons que povoam o Universo e que são capazes de estocar a informação no espaço-tempo particular que encerram, depois de ordenar sempre mais esta informação, a fim de utilizá-la especialmente durante as sínteses, cuja eficácia e complexidade deixam atônitos os melhores técnicos de nossas civilizações ditas ‘avançadas’”.

E, na página 110, o professor Charon é textual:

“A Morte não é o fim de nossa participação nos processos do Universo. A aventura espiritual do morto prossegue quando os elétrons de seu corpo, depois de terem permanecido mais ou menos tempo neste estado de sono profundo…, ‘renascem’ participando da matéria de um outro ser organizado vivo, nos reinos do vegetal, do animal ou do Homem. Então, é, de alguma forma, uma ‘reencarnação’ do ‘Eu’ em um novo ser vivo”.

Depois de ensinar que os éons são os elétrons pensantes, partículas de física que jamais desaparecem do Universo, o Professor Charon, em outras palavras, reconhece a existência do Espírito como o ‘Eu’ de cada pessoa, ao afirmar, na página 145 de sua obra:

“De você, de seu ‘Eu’, seus éons se lembrarão de toda a vida deles, eles o levarão consigo na vida futura deles, depois que outros homens o declararem ‘morto’. E esta vida futura no corpo dos éons será longa, praticamente tão longa quanto à do próprio Universo, uma vida eterna”.

(Eis um cientista tratando, com seriedade, do Espírito!).

Quer-nos parecer – e a razão nos leva a essa ponderação filosófica – que as bases biológicas são materiais ou físicas, enquanto as bases lógicas são espirituais ou racionais. (Disse-me um amigo, entre o verdadeiro e o jocoso: “Pensar é bom e essencial ao ser humano, mas devemos ter cuidado para não fundir os neurônios!”).

 

Foto ilustrativa: stock.xchng

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