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“Um dos aspectos notáveis da evolução espiritual humana é que todos os doentes da alma se tornam médicos por sua vez.” Bezerra de Menezes

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Breves notas sobre o conhecimento: um alerta dos espíritos

Enviado em 25 de agosto de 2015 | No programa: Espiritismo e Segurança Pública | Escrito por Bismael Moraes | Publicado por Juliana Chagas

espiritos

Em rápida leitura de artigo sobre o conhecimento, fomos levados a divagar a respeito da matéria lida, ousando filosofar a respeito. Sabemos que somente o ser humano, por ser dotado de razão, é capaz de passar do conhecido para o desconhecido e teorizar com o pensamento. Por outro lado, alertam os Espíritos que nem sempre o intelecto e a moral se acham no mesmo patamar. Não bastam diplomas e títulos.

Pelo que conseguimos absorver, esse trabalho sobre o ‘Conhecimento’ foi tecnicamente bem elaborado. Mas, como espíritas, e calcados em “O Livro dos Espíritos”, em “O Livro dos Médiuns” e em “O Evangelho Segundo O Espiritismo”, todos do pedagogo francês Allan Kardec, entendemos ser do nosso dever o cuidado de não nos transformamos em defensores e difusores apenas da técnica do conhecimento e nos esquecermos do exercício do sentimento pela razão. Mesmo porque todo conhecimento deve ter por finalidade o esclarecimento das pessoas, para melhorar o equilíbrio da humanidade, que deve ser mais fraterna e menos egoísta. Por isso, já ensinava Jesus Cristo, em linguagem atual: “Conhece a verdade, e a verdade te libertará”.

Diante disso, somos levados a meditar sobre o pensamento do Dr. Nùbor Orlando Facure, sábio médico neurocientista e pesquisador, ex-Professor Titular de Neurocirurgia da UNICAMP e Diretor do Instituto do Cérebro, autor de livros como “O Cérebro e a Mente”, “Muito Além dos Neurônios” e “A Ciência da Alma”, quando afirma, com toda razão e a clareza do seu intelecto, que “uma mudança verdadeira só aconteceria se a ciência se comprometesse com princípios morais. Se aceitasse Jesus com a mesma convicção com que aceita Darwin ou  Maxuell”.

Quão maravilhosos são o conhecimento e a sua teorização, mas que devem ser bem dosados pela fé raciocinada, como sugere o professor Facure, para não sermos levados à empáfia. A indulgência e o perdão são indícios do progresso moral de cada pessoa, ao passo que o orgulho e a vaidade demonstram atraso na nossa evolução espiritual. E nós não podemos usar das lições morais do Cristo como sustentáculos para a evolução do ser humano, pelo conhecimento da verdade, não apenas a verdade dos laboratórios, ou a verdade dos práticos, que fala da “exata correspondência entre o pensamento e a coisa”, pois há mais verdades invisíveis na lógica ‘do que pode supor nossa vã filosofia’.

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