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Chico Xavier: o exemplo a ser seguido

Enviado em 20 de agosto de 2016 | No programa: Espiritismo: Uma Luz Para Nossos Dias | Escrito por André Luis Chiarini Villar | Publicado por Juliana Chagas

chico xavierA pedido de muitos amigos e até mesmo desconhecidos que vêm me escrevendo semanalmente, solicitando que escreva mais sobre Chico Xavier, quero expressar que, para nossa pessoa, falar de Chico é sempre uma alegria, pois temos nele um referencial do que é ser um cristão em pleno século 21.

Vou narrar uma história que eu próprio passei ao lado deste grande homem, que antes de ser espírita, é o protótipo do cristão, o qual segue os passos de Jesus fiel à mensagem do bem. Hoje me encontro com 24 anos de idade; na altura dessa experiência, tinha meus oito anos. Foi aproximadamente em 1999; nosso querido Chico já estava bem velhinho e com muitas dificuldades.

Mas numa noite de sábado do mês de abril de 1999 tive a oportunidade de me sentar no colo desse grande trabalhador de Jesus aqui na Terra. Isso se deu no Grupo Espírita da Prece, casa espírita com tamanhos não tão grandes, porém com uma vibração nunca vista antes.

E lá por aproximadamente 20 minutos tive a oportunidade de abraçar esse querido amigo do coração; de lhe dar um beijo e de ser beijado por ele. Conversamos algumas coisas, e fui embora. Ele continuou atendendo noite adentro. Essa passagem com ele me marcou de tão maneira que levarei para sempre comigo essa feliz lembrança, essa suave vibração. Muitos um dia poderão questionar se Chico Xavier foi tudo isso que seus amigos, confrades e biógrafos falaram… e eu poderei afirmar: “foi tudo isso e muito mais!”.

É muito engraçado todos que conheceram Chico Xavier sempre têm uma história emocionante para contar e narrar. Só de estar com ele já era motivo de alegria, de paz, de reconforto. Sua humildade foi o seu sobrenome, o amor foi seu lema, a caridade foi sua meta, e Jesus, seu Guia. Um homem que veio com um compromisso reencarnatório de trazer do Mundo Espiritual 30 livros, e desencarna com quase 500 obras, não pode ser um homem comum.

Não há palavras em nosso vocabulário que possa traduzir o que era estar do lado do Chico, e também não existem palavras que possam traduzir a falta que esse medianeiro e missionário nos faz e nos deixa. Termino a matéria dessa semana emocionado, pois recordar de uma figura igual a Chico Xavier nos motiva para continuarmos cada dia mais lutando conosco mesmo. Lutando pelo aperfeiçoamento contínuo.

 

Foto ilustrativa: redeamigoespirita.com.br

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