Adeus à Patrick Swayze

Olá, queridos amigos! Hoje, dia 16 de setembro, uma querida ouvinte fez referência a desencarnação do ator Patrick Swayze. E nós, ouvintes e colaboraodres da Rádio Boa Nova, não podíamos deixar de falar sobre este ator, que estará eternizado em suas obras!

O ator norte-americano Patrick Swayze morreu hoje, aos 57 anos, após longa batalha com um câncer de pâncreas diagnosticado pela primeira vez em 2008.

Natural do Texas, Patrick Swayze começou carreira como dançarino e fez dezenas de aparições no palco, nas telas e na televisão durante quatro décadas. Swayze inscreveu permanentemente seu nome na cultura pop com “Dirty Dancing – Ritmo Quente” (1987), que superou as expectativas de Hollywood ao se tornar um dos filmes mais vistos de sua época. O filme, que foi feito com um orçamento modesto e quase foi cancelado pelo estúdio, tornou-se um sucesso de público, valeu indicações do Globo de Ouro para Swayze e para a atriz Jennifer Grey, além de impulsionar as vendas do compacto da canção-tema do filme, “(I’ve Had) The Time of My Life”. ( na foto ao lado uma foto dele em 2008)

Mas o que vamos sempre realmente lembrar com muita saudade é a sua participação no filme “Ghost”. Certamente “Ghost” foi o mais bem sucedido filme espiritualista da história, tendo inclusive ganhado 2 oscars e 1 globo de ouro. “Ghost” aborda vários conceitos divulgados pela Doutrina Espírita: A imortalidade da alma, o amor que sobrevive além das fronteiras da morte, a afinidade espiritual, a mediunidade, os efeitos físicos, entre tantos outros aspectos concernentes ao Espiritismo que foram retratados de forma inteligente e agradável, embora com alguns exageros e imprecisões que não comprometem o filme e agradam a qualquer pessoa, independente de sua religião.

Fica aqui, a nossa gratidão e as boas vibrações de alegria!
Até a próxima, pessoal!

ORAÇÃO À PÁTRIA BRASILEIRA

“Em mensagem psicofônica transmitida pelo médium Divaldo Franco no Centro Espírita “Caminho da Redenção”, em Salvador, Bahia, em 16 de novembro de 2005, um dia após o 116º aniversário da Proclamação da República, Deodoro da Fonseca vem reafirmar a destinação histórica do Brasil anunciada por Humberto de Campos, em 1938, através da mediunidade de Francisco Cândido Xavier.”

“Pátria brasileira!
Abençoada pela fulgurante luz das estrelas do Cruzeiro do Sul, estás programada pelo Senhor da Vida para que sejas, em futuro não distante, o centro de irradiação do Evangelho restaurado.
Enquanto a humanidade sofre a noite terrível que se abate sobre a Terra, e tu experimentas, solo verdejante, a sombra dominadora do descalabro moral dos homens, na Consciência Cósmica que te gerou estão definidos os desafios e rumos para que logres as tuas conquistas em futuro próximo.
Dormem, nas montanhas em que te apóias e na intimidade das águas oceânicas do Atlântico, que te banha de norte a sul, tesouros inimagináveis que te destacarão mais tarde no concerto econômico das grandes nações.
Embora a conspiração deste momento contra as tuas matas grandiosas, sobreviverás às ambições desconcertantes de madeireiros, pecuaristas e agricultores desalmados e dos conciliábulos nefandos que lutam pela destruição da tua Amazônia, que permanecerá como último pulmão da Terra, sustentando a sociedade que hoje se encontra sem rumo.
Padeces, na conjuntura atual, a sistemática desagregação dos valores ético-morais, políticos e emocionais, os mesmos que abalam o mundo, mas esses transitórios violadores do dever passarão, enquanto persistirá a tua destinação histórica, Pátria do porvir!
Conseguiste libertar-te da mancha cruel da escravidão em etapas contínuas, que culminaram no gesto audaz da tua filha, que não teve pejo de, na ausência do pai, pôr fim ao abuso da exploração impiedosa do negro, também teu filho, no eito terrível e hediondo da perversidade.
Logo depois, já livre do jugo da pátria-mãe que te humilhava, pondo-te em subalterna situação, aspiraste por vôos mais altos, que um dia se transformaram em liberdades democráticas que sorriam para ti, e o teu pavilhão verde, azul e amarelo tremulou, numa república, que a partir de então podia compartilhar do banquete internacional realizado pelos povos livres da Terra.
É certo que ainda estertoras, neste momento de desafios, quando a cultura cambaleia, a ética desfalece, a moral se perverte e os direitos humanos esquecidos são postos à margem pelos dominadores ignorantes de um dia.
Tu, porém, sobreviverás a toda essa desdita, Brasil!
Compreende, neste momento, a desenfreada manobra dos manipuladores da opinião pública e a daqueles que te dilapidam os valores, transferindo-os para os paraísos fiscais da ignomínia e da insensatez, porque esse hediondo crime contra a tua economia e os milhões de vidas será de duração efêmera. Eles morrerão deixando tudo em contas secretas e em aplicações de que jamais se utilizarão…
Enquanto isso ocorre, gemem no teu solo os filhos da miséria, ocultos nos escombros do abandono.
As tuas vielas, ruas e avenidas nos pequenos burgos do interior, nas metrópoles, vêem e sofrem inermes, a desenfreada correria da violência que se atrela ao selvagem potro da morte, dizimando vidas, taladas em pleno alvorecer.
Paga, porém, em paciência e compaixão, o preço da tua destinação histórica, na tua condição de futura Pátria da Paz e do Evangelho de Jesus.
Isto passará, e logo depois da noite de sombra, uma aurora de esperanças irá colocar-te no lugar que te está reservado, quando poderás oferecer lições de misericórdia e de solidariedade ao mundo que não perdoa, tu que te apresentas em forma de um grande coração simbolizando a afabilidade e a doçura.
Oro por ti, Brasil, e por vós, brasileiras e brasileiros, na condição de filho que também sou da terra iluminada pela constelação do Cruzeiro do Sul.

Deodoro”

CICLO DE PALESTRAS: NOVO TEMPO E NOVA MENTE

ATENÇÃO OUVINTES E LEITORES, NÓS TEMOS UM CONVITE PARA VOCÊ:
PARTICIPE DO CICLO DE PALESTRAS: NOVO TEMPO E NOVA MENTE
INTEGRAÇÃO DO CORPO, MENTE E ESPÍRITO
LEVE TAMBÉM OS SEUS AMIGOS – A ENTRADA é FRANCA

Dia 22 de setembro
Tema: Constelação Familiar – UMA VISÃO SISTÊMICA DAS RELAÇÕES HUMANAS
Com, Del Mar Gonzáles
Dia 23 de setembro
Tema: Você tem medo de quê? – A PSIQUIATRIA SOB UM NOVO PRISMA
Com Dr. João Lourenço
Dia 24 de setembro
Tema: Justiça Além da Vida
Com Dr. José Carlos de Lucca

Este é o Ciclo de Palestras Novo Tempo – Nova Mente!
Uma visão integrada do Corpo, Mente e Espírito.

Com um grande estande da Mundo Maior Editora,
levando os novos lançamentos da literatura Espírita e espiritualista.

Dias 22, 23 e 24 de setembro às 20 horas
Local: Auditório Guimarães Rosa – na UNIFIG, em Guarulhos
Campus Vila Rosália, rua Dr. Sólon Fernandes, 155 – Guarulhos/ SP
Informações: 11 2456-7109 ou pelo site www.feal.com.br

Realização FEAL – Fundação Espírita André Luiz
Uma Ação parceira Rádio Boa Nova, Mundo Maior Editora e Distribuidora, TV Mundo Maior e Amigos da Paz.

Tempo bom, não volta mais….

… e não volta mesmo! Se pensarmos que cada minuto que vivemos não se repete da mesma maneira, cada gesto, cada cena, momento, atitudes… Pois é, pessoal! É bem por isso que nós temos que aproveitar todas as fases das nossas vidas, pois todas são lindas e demonstram sua beleza ao seu modo: a infância, a juventude e a melhor idade. Cada fase carrega consigo “tempos bons”, não é mesmo?

E por falar em tempo bom que não volta mais, vamos saber um pouquinho sobre a carreira do humorista Lilico, cantor da música “Tempo Bom”, que nos deixa saudade de um tempo muito bom. Ainda bem que assim como nós, a música também é imortal e nós podemos matar a saudade de vez em quando.

O humorista Lilico nasceu em 8 de outubro de 1937 no Rio de Janeiro. Seu verdadeiro nome era Olivio Henrique Fontes e começou a trabalhar como vendedor de balas na Rádio Nacional. A primeira oportunidade para mostrar seu talento veio no programa “Trem da Alegria”, onde foi calouro. Estreou na TV em 68 no programa “Balança Mas Não Cai”. Trabalhou também na extinta TV Excelsior.
Na Rede Globo atuou ao lado de Celia Biar em “Oh, Que Delícia de Show”. Foi nesse humorístico que lançou seu bordão ‘Alô Brasil, aquele abraço’. De lá, tranferiu-se para “A Praça da Alegria” onde lançou seu personagem mais famoso: o homem do bumbo. Lilico entrava em cena cantando ‘Tempo bom, não volta mais, saudade de outros tempos iguais’. Seu último trabalho foi no SBT em “A Praça É Nossa”. O humorista faleceu de 23 de setembro de 98, em Cabo Frio, aos 61 anos, vítima de problemas respiratórios.

HERÓI. MORTO. NÓS.

Dia desses, nosso querido apresentador Manoel Bolonha leu uma crônica de Lourenço Diaféria. Atendendo às solicitações, vamos postá-lo neste espaço, na íntegra. Mas, antes de ler, é importante que saibamos quem é o autor desta crônica e um pouco de sua trajetória:

Lourenço Carlos Diaféria nasceu no bairro do Brás, em São Paulo (SP), no ano de 1933. Contista, cronista e autor de histórias infantis, o jornalista iniciou sua carreira em 1956 na “Folha da Manhã”, hoje “Folha de S. Paulo”, como preparador de matérias. Em 1964 escreveu sua primeira crônica assinada. Ficou na “Folha” até 1977, ano em que foi preso e processado com base na Lei de Segurança Nacional pela autoria da crônica “Herói. Morto. Nós”, considerada ofensiva às Forças Armadas. O processo durou cerca de três anos e terminou com a absolvição do cronista, que posteriormente voltou a atuar na “Folha de S. Paulo” . No ano de sua prisão, 1977, o conto “Como se fosse um boi” é premiado com o quarto lugar no VII Concurso Nacional de Contos do Paraná e incluído no livro Novos Contistas, editado pela Francisco Alves Editora. Colaborou também no “Jornal da Tarde”, “Diário Popular”,Diário do Grande ABC”, e escreveu para as rádios “Excelsior”, “Gazeta”, “Record”, “Bandeirantes” e para a “Rede Globo”.

Deleite-se com a leitura:

HERÓI. MORTO. NÓS.
[Crônica publicada em 1º de setembro de 1977]

Neste texto foi mantida a grafia original da época – Lourenço Diaféria

“Não me venham com besteiras de dizer que herói não existe. Passei metade do dia imaginando uma palavra menos desgastada para definir o gesto desse sargento Sílvio, que pulou no poço das ariranhas, para salvar o garoto de catorze anos, que estava sendo dilacerado pelos bichos. O garoto está salvo. O sargento morreu e está sendo enterrado em sua terra. Que nome devo dar a esse homem? Escrevo com todas as letras: o sargento Silvio é um herói. Se não morreu na guerra, se não disparou nenhum tiro, se não foi enforcado, tanto melhor. Podem me explicar que esse tipo de heroísmo é resultado de uma total inconsciência do perigo. Pois quero que se lixem as explicações. Para mim, o herói -como o santo- é aquele que vive sua vida até as últimas consequências. O herói redime a humanidade à deriva. Esse sargento Silvio podia estar vivo da silva com seus quatro filhos e sua mulher. Acabaria capitão, major. Está morto. Um belíssimo sargento morto. E todavia. Todavia eu digo, com todas as letras: prefiro esse sargento herói ao duque de Caxias. O duque de Caxias é um homem a cavalo reduzido a uma estátua. Aquela espada que o duque ergue ao ar aqui na Praça Princesa Isabel -onde se reúnem os ciganos e as pombas do entardecer- oxidou-se no coração do povo. O povo está cansado de espadas e de cavalos. O povo urina nos heróis de pedestal. Ao povo desgosta o herói de bronze, irretocável e irretorquível, como as enfadonhas lições repetidas por cansadas professoras que não acreditam no que mandam decorar. O povo quer o herói sargento que seja como ele: povo. Um sargento que dê as mãos aos filhos e à mulher, e passeie incógnito e desfardado, sem divisas, entre seus irmãos. No instante em que o sargento -apesar do grito de perigo e de alerta de sua mulher- salta no fosso das simpáticas e ferozes ariranhas, para salvar da morte o garoto que não era seu, ele está ensinando a este país, de heróis estáticos e fundidos em metal, que todos somos responsáveis pelos espinhos que machucam o couro de todos. Esse sargento não é do grupo do cambalacho. Esse sargento não pensou se, para ser honesto para consigo mesmo, um cidadão deve ser civil ou militar. Duvido, e faço pouco, que esse pobre sargento morto fez revoluções de bar, na base do uísque e da farolagem, e duvido que em algum instante ele imaginou que apareceria na primeira página dos jornais. É apenas um homem que -como disse quando pressentiu as suas últimas quarenta e oito horas, quando pressentiu o roteiro de sua última viagem- não podia permanecer insensível diante de uma criança sem defesa. O povo prefere esses heróis: de carne e sangue. Mas, como sempre, o herói é reconhecido depois, muito depois. Tarde demais. É isso, sargento: nestes tempos cruéis e embotados, a gente não teve o instante de te reconhecer entre o povo. A gente não distinguiu teu rosto na multidão. Éramos irmãos, e só descobrimos isso agora, quando o sangue verte, e quanto te enterramos. O herói e o santo é o que derrama seu sangue. Esse é o preço que deles cobramos. Podíamos ter estendido nossas mãos e te arrancando do fosso das ariranhas -como você tirou o menino de catorze anos- mas queríamos que alguém fizesse o gesto de solidariedade em nosso lugar. Sempre é assim: o herói e o santo é o que estende as mãos. E este é o nosso grande remorso: o de fazer as coisas urgentes e inadiáveis -tarde demais. “

Construindo um Casamento Saudável – Seminário

A ABRAPE - Associação Brasileira de Psicólogos Espíritas fará o Seminário “Construindo um Casamento Saudável”, e nós convidamos a todos os interessados para assistir.

Sócios do Clube Amigos da Boa Nova, tem 50% de desconto.
Datas: 12/09 e 03/10
Horário: 09h às 16h
Confiram os temas abordados:
1 – As afinidades;
2 – A atração sexual;
3 – O Compromisso;
4 – O que é casamento;
5 – A sexualidade do casal;
6 – O que é a família;
7 – Maternidade e Paternidade Conscientes;
8 – Dificuldades Financeiras;
9 – Quando o casamento esfria;
10 – Mágoas, ressentimentos, raivas, frustrações e medos;
11 – Relacionamento extra-conjugal;
12 – O papel da Espiritualidade na Família;

Público Alvo: Interessados pelo Tema Inscrições: 3898-2139/ 3081-14 64
Local: Sede da ABRAPE – Associação Brasileira dos Psicólogos EspíritasRua Teodoro Sampaio, 417 – cj. 82 – CEP: 05405-00 – São Paulo – SP.

o Jumento é nosso irmão

Quem ouviu o programa Clube Amigos da Boa Nova de hoje, ficou sabendo o nome da música tocada esta semana no “teste de DNA”. O nome da canção, composta por Luiz Gonzaga e José Clementino é “O Jumento é nosso Irmão”. Verdade, gente! O jumento é nosso irmão, sim! Foi o Padre Vieira que falou… e o Dr. Marcel Benedetti também, mas ele foi mais além, pois seu programa se chama “Nossos Irmãos Animais”!

Sendo assim, cavalos, burros, jumentos, mulas sem cabeça e pangarés, são todos da nossa família. Ah, aproveitando este assunto de “jumento”, “burrinho” e “afins”, vamos pegar carona no assunto “Independência do Brasil”. Você sabia que quando Dom Pedro Declarou a independência do nosso país, ele não estava montado naquele cavalo lindo que aparece nas imagens? Verdade, ele estava montado mesmo era num burrinho. As más línguas dizem também que Dom Pedro estava com uma incômoda dor de barriga e que a Independência do Brasil foi declarada às 16h20 de um dia sete de setembro. Olha, pessoal… se essa história é verdadeira ou não nós não sabemos. Só sabemos que foi assim…

Bom, chega de lero-lero e vamos a canção. Quem souber canta:

O Jumento é nosso irmão
É verdade, meu senhor

Essa estória do sertão

Padre Vieira falou
Que o jumento é nosso irmão
A vida desse animal
Padre Vieira escreveu
Mas na pia batismal
Ninguém sabe o nome seuBagre, Bó, Rodó ou JegueBaba,
Ureche ou OropeuAndaluz ou Marca-hora
Breguedé ou Azulão
Alicate de EmbauInspetor de Quarteirão
Tudo isso, minha gente
É o jumento, nosso irmão
Até pr’anunciar a hora
Seu relincho tem valor
Sertanejo fica alerta
O dandão nuca falhou
Levanta com hora e vamos
O jumento já rinchou
Bom, bom, bom
Ele tem tantas virtudes
Ninguém pode carcular
Conduzindo um ceguinho
Porta em porta a mendigar
O pobre vê, no jubaio
Um irmão pra lhe ajudar
Bom, bom, bom
E na fuga para o Egito
Quando o julgo anunciou
O jegue foi o transporte
Que levou nosso
Senhor Vosmicê fique sabendo
Que o jumento tem valor
Agora, meu patriota
Em nome do meu sertão
Acompanhe o seu vigário
Nessa terna gratidão
Receba nossa homenagem
Ao jumento, nosso irmão

Duas coisas em uma!

Olá, pessoal! Tudo bem com vocês? Sabemos que sim!

Bom, hoje estamos duplamente informativos: são duas informações em uma só postagem! A primeira coisa que gostaríamos de registrar é a passagem do querido cantor Bob Nelson para o plano Espiritual. Foi no dia 26 de agosto que o cantor Nelson Roberto Perez, desencarnou aos 91 anos, vítima de uma parada cardíaca. O Blog do Clube fez uma referência a este artista no dia 03 de julho, falando um pouco sobre sua carreira. Quem quiser dar uma espiadinha, basta clicar: http://clubeamigosdaboanova.blogspot.com/2009/07/bob-nelson-no-teste-de-dna.html

Outra coisa que queremos registrar, é algo que está intrigando a todos nós: o que significa a palavra “Pacová?”… Ah, esses ouvintes que sempre vem com uma novidade pra gente ficar investigando e aprendendo um pouco mais. Quem é que se lembra da expressão: “Não me encha os pacová”?, ou então “Deus nos pacová”… Gente o que será que isso siginifica, hein?!?! Uma planta, um saco, um osso, uma semente? Nós vamos descobrir!
Até mais!


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