Zé Raimundo

Dia 27 de outubro, terça-feira que passou, tivemos a participação do assistido das Casas André Luiz, José Raimundo Barbosa, mas conhecido como “Zé” ou “Zé Raimundo”, como preferirem… Pois é, ele é uma figura super carismática, amada por todos que aqui trabalham. Aliás, por falar em trabalho, Zé Raimundo também é um dos funcionários das Casas André Luiz, trabalho este que faz sempre com muito amor e dedicação. Zé Raimundo nos surpreende com suas palavras, sempre ligadas a Deus, nos aconselhando e trocando ideias acerca do assunto. Não temos como negar a “figura” que ele representa para nós.

Todos os dias, no horário de saída dos funcionários, Zé Raimundo fica na porta principal com sua bicileta ao lado, e faz questão de se despedir de todos, desejando um bom descanso e uma ótima noite…

Já que falamos da bicicleta, vale registrar que ela (a bicicleta) é sua fiél companheira, recebendo mimos mais do que extravagantes… Acredite você, que Manoel Bolonha estava nos contando que Zé Raimundo, quando se depara com uma poça de água, simplesmente para, carrega sua bicicleta nas mãos, e depois volta a andar com ela somente quando não tem mais poça… Fala a verdade! Que gentleman… Que bicicleta mais privilegiada!

Nós deixamos um beijo bem grande para o Zé Raimundo, nosso amigo, a quem temos muita admiração!

Um ótimo feriado à todos!

Aniversariantes do mês!

Estamos nas vésperas do final do mês de outubro e, como de costume, cortamos um “bolinho” para os aniversariantes do mês. Esta é apenas uma forma carinhosa de agradecer pela presença e pela companhia, porque afinal de contas, eles merecem muito mais do que um simples bolo! A Equipe da RBN e todos os ouvintes parabenizam nossos amigos por mais esta data tão especial em nossas vidas!
Os aniversariantes, são eles:

Gilvana Jacomini 15/10
Adriano Marques 17/10
Cristiane Simões 27/10
Reginaldo Rossi 30/10

O que é Zootecnia?

Oi, gente!

A nossa querida ouvinte Maria do Socorro escreveu no mural uma piadinha sobre a faculdade de “Zootecnia”… Poxa vida, Maria do Socorro… que carga d´água faz um “zootecnista”? Você vem, faz a piada e deixa a gente assim, sem entender muita coisa?

Calma, pessoal! Vamos sanar essa dúvida cruel. Zootecnistas são profissionais responsáveis pelo estudo e controle da reprodução, aprimoramento genético e nutrição de animais criados com fins comerciais, que visam a aumentar a produção e melhorar a qualidade dos produtos de origem animal. Realizam experiências com alimentação e pesquisam formas de garantir as condições de higiene e de prevenir e combater doenças e parasitas, para melhorar a saúde dos rebanhos e a qualidade dos produtos derivados. Trabalham também como administradores rurais e planejadores de fazendas e instalações rurais. Nossa! Que trabalho pesado, né sô?!?! Então agora, vamos ler a piada e rir feliz!!!!

Zootecnista é assim:
Zootecnista num abre portera, pula cerca;
Zootecnista num sonha, vive a realidade;
Zootecnista o Coração num bate, trupika;
Zootecnista num dirruba boi, para nu peitu;
Zootecnista num tem ciume, toma conta;
Zootecnista num passeia, da umas vorta;
Zootecnista num ri, mostra os denti;
Zootecnista num chora, sorta água do zóio;
Zootecnista num trampa, trabaia;
Zootecnista num cresce, desenvorve;
Zootecnista num armoça, enche o buxo;
Zootecnista num faiz armoço, queima a lata;
Zootecnista num dorme, puxa a paia;
Zootecnista num bebe, come com farinha;
Zootecnista num toma mel, masca a abeia;
Zootecnista num é bunitu, é jeitozo;
Zootecnista num cunverça, prozeia;
Zootecnista num é indomaver, é xucro;
Zootecnista num teima, incasqueta;
Zootecnista num é vaqueru, é patrão;
Zootecnista num tem amigu,tem cumpade;
Zootecnista num para em casa, vive no mundo;
Zootecnista num vai imbora, somi;
Zootecnista é feliz porque “CAIPIRA VIVE A VIDA!”

Segunda-feira

Hoje, uma segunda-feira, está um dia muito ensolarado em São Paulo. Não por acaso, recebemos a visita de uma querida ouvinte, que mora no bairro da Vila Gustavo. Estamos falando de Aristea Pagiossi, uma pessoa muito simpática que iluminou o ambiente com seu jeito dócil e alegre de ser! Aristea participou do programa Clube Amigos da Boa Nova, ao lado de Manoel Bolonha e Geraldo Roberto. Nós, só para deixar registrado, deixamos aqui sua foto junamente com os nossos agradecimentos pela visita, afinal: a Rádio Boa Nova é nossa!

Frevo do Bi

O teste de DNA da semana passada estava prá lá de esportivo. Qual é o brasileiro que não gosta de futebol, principalmente quando se trata de Copa do Mundo? Pois é, a música “Frevo de Bi” fala um pouco da escala da seleção, da garra da torcida, etc.. Na foto, temos garrincha (com toda sua garra), jogando pelo Bi Campenato. Só para recordar, segue a letra:

Frevo do Bi
Interpretação: Jackson do Pandeiro

Vocês vão ver como é Didi, Garrincha, Pelé

Dando seu baile de bola

Quando eles pegam no couro

O nosso escrete de ouro

Mostra o que é nossa escola

Quando a partida esquentar

E Vavá de calcanhar

Entregar a pelota a Mané

E Mané Garrincha, Didi diz é por aqui

Aí vem o gol de Pelé

Visita

Ontem, dia 22 de outubro, a Rádio Boa Nova recebeu a visita de vários jovens, estudantes do Programa Aprendizes Comércio de Bens e Serviços, no SENAC. Além de conhecerem as Instalações das Casas André Luiz, os jovens puderam conhecer os estúdios da Rádio Boa Nova e ficaram encantados com as mesas de som, microfones e estrutura de uma emissora de Rádio. Quem sabe alguns deles irão se aventurar na causa? A Equipe da Rádio Boa Nova deseja sorte, sucesso e muita garra nesta super caminhada! Que vocês façam diferença por onde passarem.

Só Vou Criar Galinha

Século XXI: correria. Todo mundo trabalhando, (ainda bem), para sobreviver. São tantas cobranças dos outros para nós, da gente para com a gente mesmo, de nós para com os outros, que às vezes dá até vontade de gritar: “PARA! Para o mundo que eu quero descer…”.Não aguento mais este corre-corre do meu dia-a-dia”…”Não vou mais trabalhar, só vou criar galinha.”.

Pois é, isso não é nenhuma fábula, mas neste caso por que é que a “galinha” tem que pagar o “pato”?

O teste de DNA desta semana foi a música “Só Vou Criar Galinha”, do Golden Boys. Talvez o compositor estava em um momento, digamos, de fadiga, cansaço… como podemos saber, não é?! Mas o fato curioso é que criar galinhas deve dar um trabalho danado. Sujeira, barulho, ovos… Bom, sonho é sonho e quem somos nós para discutir! Além do mais, se o sujeito quer mesmo criar galinhas, cada um tem seu livre arbítrio.

Acima citamos a expressão “pagar o pato“. De onde será quem essa frase, por que surgiu? Bom, segundo conta Riboldi, em seu livro “O bode expiatório”, a expressão pode ter se originado em uma história do século XV.

Um camponês passou em frente à casa de uma mulher casada, com um pato na mão. A mulher ficou interessada em ter o pato, e propôs ao camponês pagá-lo com favores sexuais. Mas o homem queria prolongar o ato, enquanto a mulher achava que já tinham feito sexo o suficiente para o que julgava valer o animal.
Os dois começaram a discutir e, em meio ao debate, chegou o marido da mulher, e quis saber porque eles discutiam. A mulher então explicou que a desavença era em função do dinheiro que faltava para chegar ao valor desejado pelo camponês. O marido deu o dinheiro. E, literalmente, pagou o pato (coitado).

A outra versão diz que, numa brincadeira antiga, um pato era amarrado a um poste. Os participantes deviam correr até o poste e cortar as amarras que prendiam o animal de um só golpe. Quem não conseguisse deveria pagar o pato (essa é mais perigosa, hein?!).

Segue a letra da música “Só vou criar galinhas”, de “Golden Boys”:

Eu não vou mais trabalhar só vou criar galinha,
eu não vou mais trabalhar só vou criar galinha.
Eu dessa vez acerto na loteriaJá cansei de todo dia me vestir pra trabalhar
São 7 horas, 9 horas, qualquer horaIsso não me importa agora,
meu negócio é descansar
Pra mim vai ser domingo todo dia
Pois é essa alegria de todo trabalhador
Além do mais, é assunto que se encerra
Trabalho pra mim é guerra, prefiro fazer amor]
Eu não vou mais trabalharSó vou criar galinha (4x)
Pra mim vai ser domingo todo dia
Pois é essa alegria de todo trabalhador
Além do mais, é assunto que se encerra
Trabalho pra mim é guerra, prefiro fazer amor
Eu não vou mais trabalhar
Só vou criar galinha (4x)

Obrigado, Professor!

Ser Mestre

Tarefa difícil, mas não impossível, tarefa que pede sacrifício incrível!

Tarefa que exige abnegação, tarefa que é feita com o coração!

Nos dias cansados, nas noites de angústia, nas horas de fardo,

de tamanha luta, chegamos até a questionar:

Será, Deus, que vale a pena ensinar?

Mas bem lá dentro responde uma voz, a que nos entende e fala por nós,

a voz da nossa alma, a voz do nosso eu:

- Vale sim, coragem!

Você ensinando, aprende também.

Você ensinando, faz bem a alguém, e vai semeando nos alunos seus,

um pouco de PAZ e um tanto de Deus.

(Anônimo)

A Criança e o Mundo

Ontem, dia 12 de outubro, foi o dia das crianças. Foi no ano de 1920 que um político chamado Galdino do Valle Filho, teve a ideia de criar uma data especialmente para elas. Mas foi na déada de 60 que esta comemoração se consolidou realmente e começou a ser comemorada, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a “Semana do Bebê Robusto” e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes!

Mas, vamos deixar esta parte comercial de lado e falar do que realmente nos interessa, que é a criança como Ser Humano, como o verdadeiro futuro de nossa Pátria. A criança precisa muito mais do que mimos e presentes, a criança precisa muito mais de educação e amor verdadeiro. Vamos compartilhar um texto de Amilcar Del Chiaro Filho, que se chama “A Criança e o Mundo”:

“Vivemos num mundo globalizado onde o egoísmo alcança níveis insuportáveis. Para muitos, a luta pela sobrevivência consome todas as suas forças, pois perderam emprego e esperanças. Mas, a nossa esperança de construir um mundo melhor não acaba, mas precisa estar bem alicerçada, para que o edifício da fraternidade seja sólido e firme.

O alicerce deste edifício deverá ser a educação. Porém não apenas a instrução, mas também a educação moral, e de uma moral praticada, vivida, valorizada. A maioria das pessoas acreditam que as nossas esperanças de construir esse mundo novo está na criança. Todos concordam que a criança é o futuro. Mas não haverá futuro se não cuidarmos delas agora. Não é possível adiar por mais tempo as medidas necessária de apoio e amparo à criança.

Como podemos esperar que os futuros cidadãos sejam bons e fraternos se descuramos do seu presente? Não podemos permitir que muitas delas continuem sendo aviltadas, exploradas em trabalhos duros, que as impedem de freqüentar a escola, ou prostituídas, seduzidas por traficantes de drogas, usadas em assaltos.
A esperança da paz está na criança. Mas como ela será pacífica se é induzida à violência pela televisão, histórias em quadrinhos e pelos brinquedos em forma de armas, ou mesmo por conviver com a violência no lar ou nas ruas? Qual é a paz das crianças que tem que sobreviver nas guerras das ruas, e das guerras verdadeiras, em tantos países do mundo, onde elas são as maiores vítimas, juntamente com os idosos ?

O mundo precisa saber que existem crianças e adolescentes lutando em revoluções e guerrilhas em várias partes do planeta. Permitir isto é confiá-las ao mal, é roubar-lhes as esperanças. Se já é triste ver adultos se estraçalhando em guerras, mais triste ainda é ver essas crianças portando armas realmente assassinas.
Toda criança é um apelo mudo ao universo adulto. Elas nascem com uma mensagem de Deus que precisamos decodificar.
Embora tenhamos esboçado esse quadro contristador, temos, não esperanças, mas a certeza, de que este mundo novo será uma realidade, e tão mais rapidamente quanto mais esforços fizermos para construi-lo.
Em nome das crianças do mundo suplicamos amor. Não apenas afagos e carícias, brinquedos e viagens, mas também a luz do entendimento, a educação, bons exemplos, palavras amigas, bondade. Não façamos delas estatuetas para exibir aos parentes e amigos. Toda criança é bela, pois não existem crianças feias.
A criança chega ao mundo completamente dependente. Se a mãe não colocar o peito em sua boquinha ela perece de fome. Mas ela vem em nome de Deus para aprender com os adultos, especialmente os pais e avós, a humildade, o devotamento, o amor ao trabalho, o perdão e a fé.

Como espíritas e reencarnacionistas, sabemos que a forma infantil guarda um espírito adulto, que já tem armazenado um grande patrimônio de coisas boa e ruins. Muita coisa fica registrado no íntimo do espíritos e se manifesta como tendências e vocações. Observar essas tendências e estimular as boas e corrigir as ruins é um dos maiores deveres dos pais e educadores.

Os pais tem, do zero aos sete anos, um campo fértil para semear o amor, o respeito, a bondade, estimular a criatividade e dar noções de cidadania. Dos 7 aos 14 essa facilidade vai diminuindo, e dizem muitos que após os 14 anos somente a dor tem forças para modificar o caráter.

Noite de Autógrafos

Nancy Puhlmann Di Girolamo é uma mulher de semblante dócil e frágil, mas sua personalidade e garra são fortes! Essa força é representada por sua trajetória, linda como todas as mulheres. Enfermeira com especialização em enfermagem neuropediatra, socióloga com mestrado em antropologia cultural, conselheira em reabilitação e especialista em estimulação precoce. Nancy desenvolveu o método DIPCE (Desenvolvimento Integral das Potencialidades da Criança Excepcional), aplicado na Associação Espírita Filantrópica IBNL, da qual é diretora executiva. Dirige equipes interdicisplinares no tratamento bio-psico-socio-espiritual de bebês, crianças e jovens deficientes e é consultora de grupos interessados na criação de serviços integrativos pró-excepcionais. Ufa! Quantas coisas que esta mulher faz! Ah, ela também é autora do livros “Theóphilos – o menino e o presidente” (1988), além do livro que vamos citar agora.
A vida de Nancy Puhlmann de Girolamo está estritamente ligada à vida do Nosso Lar. A acolhida do bebê Henriquinho, em 1967, inspirou o Projeto de Reabilitação para bebês, procurando-se modelos que no Brasil ainda eram inexistentes. O fato acabou por impulsionar a enfermeira Nancy a especializar-se na Philadélphia, em “Reorganização Neurológica”, onde encontrou as respostas que procurava, através de um método adaptável à realidade que pudesse incluir o aspecto interior (espiritual) do ser. “Esse método a nosso ver se relaciona com a idéia espírita de ser integral em contínuo desenvolvimento – ou evolução – exatamente pela potencialidade do filho e herdeiro de Deus”, explica Nancy.Alguns meses após a partida de Henriquinho, que viveu pouco mais de dois meses sob os cuidados técnicos e amorosos do Nosso Lar, nasceu sua segunda filha, Florence, com Síndrome de Down. “Então percebemos que Nosso Lar poderia incluir os Down’s em seus Projetos de Reabilitação”, conta. Anos depois, seu primeiro filho, Fabiano, aos 18 anos, sofre grave acidente em piscina, tornando-se deficiente físico, motivando a ampliação do DIPCE que criou um novo setor, posteriormente sob a direção do próprio Fabiano, psicólogo especializado nessa área.
Ontem, dia 08 de outubro, foi o lançamento do seu livro “É Preciso Saber Viver”, da Editora Mundo Maior, na Livraria Saraiva do Shopping Anália Franco em São Paulo! A obra conta a história de Espíritos, destemidos, que escolheram ou aceitaram reencarnações difíceis, por entenderem a necessidade do autoconhecimento, do burilamento das imperfeições, por amor a si mesmo e pelo amor para com o próximo.
Várias pessoas e amigos estiveram presentes para dar um abraço nesta personalidade tão querida e pedir um autógrafo.Regina Braga e Margareth Pummer, da Fundação Espírita André Luiz (foto acima à direita) estiveram lá e também o presidente do Instituição Beneficente Nosso Lar, Sr. Clodoaldo e sua Esposa Marilia de Castro ( foto acima à esquerda) também estiveram presentes no local. O produtor e apresentador do Jornal Nova Era, José Damião, esteve presente no evento para registrar momentos agradáveis e também para trazer para vocês entrevistas com os presentes.
Durante a semana, sorteamos quatro exemplares entre nossos ouvintes, que foram retirar pessoalmenteo seu livro. São eles: Tereza Barbosa, Anália Moncaio (representada por seu marido Eliseu Moncaio), Mariangela de Fátima e Leila de Araújo Costa.


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