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Diga não às drogas

Enviado em 25 de agosto de 2014 | No programa: | Escrito por José Augusto Pinheiro | Publicado por Rádio Boa Nova

Proibido fumar

Doze anos. Foi com essa idade que o amigo de ginásio Lizandro me falou sobre o livro que havia lido, e que funcionava como verdadeiro escudo contra as drogas. Drogas? O que é isso? Na ocasião, eu associei a palavra droga com drogaria, que vendia remédios. Ledo engano. “As drogas matam a gente”, disse-me o menino.

“O Estudante” é o nome desse livro, escrito por Adelaide Carraro, e publicado em 1975.

Trata-se da história de um jovem que brilha nos estudos, até conhecer o terrível mundo das drogas. O seu fim é extremamente trágico.

A leitura atenta dessa obra, logo depois, salvou literalmente a minha vida…

Poucos anos se passaram…

Alguns coleguinhas da escola vieram oferecer-me drogas, dizendo que isso tirava a timidez com as meninas. O livro impactante funcionou como o meu escudo, e eu disse não várias vezes. Esses coleguinhas que decidiram experimentar na época, passaram a usar drogas pesadas e – há muitos anos – já deixaram o plano terreno. Lizandro estava certo. Muito obrigado, meu antigo amiguinho.

A partir daí, eu sempre divulguei o livro “O Estudante” como forma de evitar que as crianças experimentem as drogas. Ao conversar com especialistas, eu soube que esse primeiro passo normalmente é fatal, pois a consequência é de o usuário procurar por entorpecentes cada vez mais fortes.

Além de dizer não às drogas, nós devemos envidar os nossos mais sagrados esforços para salvar vidas por intermédio da informação óbvia: esse vício mata – as pessoas, as famílias, a sociedade! Ninguém precisa desse grande mal.

E o curioso é descobrir que o traficante não vicia ninguém, mas aguarda os escravos das drogas para vender-lhes o produto nefasto que dilacera sonhos e almas. Normalmente, será um amigo ou o namorado quem irá oferecer a droga. Cada viciado, segundo as estatísticas, irá colocar ao menos cinco novos dependentes químicos “no mercado da morte”.

Como reconhecer um dependente

É preciso que os pais saibam muito mais sobre drogas, a fim de poderem avaliar adequadamente a situação, sem confundir os sintomas do uso de drogas com a instabilidade normal da adolescência:

  1. Mudança brusca no comportamento do jovem;
  2. Irritabilidade sem motivo aparente e explosões nervosas;
  3. Inquietação motora, o jovem se apresenta impaciente, inquieto, irritado, agressivo e violento;
  4. Depressões, estado de angústia sem motivo aparente;
  5. Queda do aproveitamento escolar ou desistência dos estudos;
  6. Insônia rebelde;
  7. Isolamento – O jovem se recusa a sair de seu quarto, evitando contato com os amigos e familiares;
  8. Mudança de hábitos – o jovem passa a dormir de dia e ficar acordado à noite;
  9. Desaparecimento de objetivos de valor, de dentro de casa ou de uso pessoal; e incessantes pedidos de dinheiro para atender a sua dependência;
  10. Más companhias passam a fazer parte da vida do jovem.

 

Fiquemos sempre atentos!

 

Foto ilustrativa: suapaixao.webnode.com.br

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