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Distúrbios Sociais e a Obsessão

Enviado em 20 de agosto de 2014 | No programa: Espiritismo e Segurança Pública | Escrito por Bismael Moraes | Publicado por Rádio Boa Nova

Ultimamente, mais do que antes, os órgãos de comunicação – TV, Radio, Revistas, Jornais – repercutem fatos, em várias partes do mundo, mostrando seres humanos agindo quase igual ou pior que os animais irracionais. São barricadas, passeatas agressivas, pessoas mascaradas, quebra-quebras, incêndios, danos ao patrimônio público (que é de todos), violências físicas e até mortes.

Sombra de homem sentado com raios ao fundo

 

Isso é o que podemos chamar de distúrbios  sociais. É como se as pessoas estivessem “possuídas” por entidades negativas, daquelas que se aproveitam de movimentos legítimos e distorcem os fatos, aproveitando-se para agitar as massas e fazer explodir o ambiente social.

Na Casa Espírita, nós aprendemos que os Espíritos podem se manifestar por várias maneiras:

  1. Por efeitos físicos (movimentos, ruídos, sons, transporte de objetos etc.);
  2. Por efeitos inteligentes (inspiração, permutas de pensamentos, sinais ou palavras).

As relações dos Espíritos com o mundo visível podem ser:

  • ocultas (sugerindo idéias);
  • patentes (registrando efeitos para os sentidos);
  • espontâneas (de improviso, a pessoas estranhas ao Espiritismo;
  • e provocadas (por influência dos médiuns, pessoas com faculdades especiais e devidamente preparadas). 

Em “O Livro dos Espíritos”, de Allan Kardec, no Capítulo IX, confirmando tudo isso, nós encontramos a “Intervenção dos Espíritos no Mundo Corpóreo”, verificando-se, na Questão 459, que “a influência oculta é maior do que, em regra, nós pensamos” (porque os Espíritos obsessores estão sempre à nossa volta, quando não cuidamos do nosso pensamento –não praticamos o “orar e vigiar”, como recomenda o Cristo).

Por outro lado, no Capítulo XXIII de “O Livro dos Médiuns”, de Allan Kardec, encontra-se a definição do que seja obsessão: “Domínio que alguns Espíritos podem adquirir sobre certas pessoas”. Em regra, são Espíritos inferiores, porque os bons Espíritos apenas combatem a influência dos maus.

Logo, os Distúrbios Sociais que descambam para a violência, a depredação e o crime, via de regra, decorrem da obsessão, em que as pessoas viciadas, vaidosas ou descuidadas, envolvidas por Espíritos zombeteiros, entram na fascinação (com a ilusão de que agem corretamente) ou subjugação (sob o domínio total dos Espíritos negativos).

Como “grande parte da humanidade é vítima de obsessão, exatamente por desconhecer os recursos, os elementos, os meios que tem a seus alcance para evitar e livrar-se dela”, e como “nós somos o que pensamos”, e “não há obsessores para quem não se deixa obsidiar”, somente com a ponderação sobre o que vemos, lemos e ouvimos, e a utilização da prece sincera, podemos ficar livres de nos envolvermos nesses Distúrbios Sociais negativos, procurando “separar o joio do trigo”, usando o bom senso (justiça divina).

Muita paz.

 

Foto ilustrativa: oscaminheiros.blogspot.com

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