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Editorial

Amélie Boudet: O braço direito de Kardec

Enviado em 23 de novembro de 2016 | Publicado por Elen Alarça

Amélie Boudet

Amélie Boudet

O presente texto presta uma homenagem especial a Amélie Gabrielle Boudet, a Sra. Allan Kardec. Gaby, como a chamava Kardec na intimidade, nasceu no dia 23 de novembro 1795.

Segundo pesquisas, Amélie tinha nove anos há mais do que o marido, porém na aparência parecia ter menos que ele. No dia 6 de fevereiro de 1832, Amélie se tornou Madame Kardec, casando-se aos 37 anos.

A frase: “ao lado de um grande homem, existe uma grande mulher” faz todo o sentido. Amélie foi mais do que uma esposa, foi companheira, amiga e fiel incentivadora de Allan Kardec.

Imagine só todos os desafios que Kardec vivenciou. Além de todo amparado espiritual, ele recebia o carinho de sua esposa, que também teve fundamental papel na codificação da Doutrina dos Espíritos.

Ela sempre acompanhava o esposo nas viagens para visitar os grupos espíritas que se formavam nas cidades da França e do estrangeiro. Mostrou-se forte o suficiente após o desencarne de Kardec, prosseguindo com a divulgação do Espiritismo, fundando a Sociedade Para a Preservação e Continuidade das Obras de Allan Kardec. Graças a isto, a Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas e a Revista Espírita continuaram existindo.

Sem dúvida, Amélie foi, de fato, uma grande mulher. Assim como ela, outros espíritos na roupagem feminina também oferecem trabalho em prol da divulgação.

Os médiuns utilizados na composição das comunicações que fizeram parte de O Livro dos Espíritos foram duas meninas, Caroline Baudin, de 16 anos, e Julie Baudin, de 14. Pelo mesmo processo, o livro foi revisado pelo Espírito de Verdade, através de outra menina, a Srtª Japhet. Outros médiuns foram posteriormente consultados e Kardec informa, em Obras Póstumas: “Foi dessa maneira que mais de dez médiuns prestaram concurso a esse trabalho”.

Ermance Dufaux foi também um ícone bastante importante para a Codificação e muito o auxiliou. Conhecida como “A Médium de Kardec” desde a tenra idade sua mediunidade já se manifestava, por meio de premonições. Foi um instrumento utilizado pelos espíritos, onde psicografou diversas autobiografias, entre elas “A história de Joana D’Arc ditada por ela mesma”.

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