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Editorial

Amélie Gabrielle Boudet, senhora Kardec

Enviado em 9 de agosto de 2017 | Publicado por Rádio Boa Nova

Amélie Gabrielle Boudet, conhecida como Senhora Kardec, nasceu no dia 23 de novembro de 1975, em Thiais, uma cidade do menor e mais populoso departamento frânces, o Sena.

Gaby, como era chamada por Kardec na intimidade, era professora, poetisa e artista plástica francesa. Ela que conheceu o codificador da doutrina espírita no circuito cultural francês, casou no dia 6 de fevereiro de 1832, tornando-se assim: Amélie Boudet de Lacombe Rivail. 

Pesquisas apontam que Amélie tinha nove anos há mais que o marido, porém, sua aparência jovial física e espiritual, que aos olhos aparentavam a mesma idade do marido.

Amélie sempre deu forças a Kardec (que não acreditava em si próprio) para que ele realizasse a sua missão de codificador da doutrina. Quando se tornou secretaria passou a estimulá-lo e incentiva-ló a não desistir de sua missão. Ela deixou a sua família de lado para seguir a vida com Allan Kardec, fato este confirmado por ele:

“Minha mulher, aderiu plenamente aos meus intentos e me secundou na minha laboriosa tarefa, como o faz ainda, através de um trabalho frequentemente acima de seus forças, sacrificando, sem pesar os prazeres e as distrações do mundo aos qual sua posição na família havia lhe deixado”.

A senhora Kardec sempre acompanhou o marido em viagens, em que visitava grupos espíritas que eram formados nas cidades francesas e do estrangeiro.

Amélie também se mostrou forte após o desencarne de Kardec, prosseguindo assim, com a divulgação da doutrina espírita, fundando a Sociedade para a Preservação e Continuidade das Obras de Allan Kardec.  Graças a esta ação, a Sociedade Parisiense de Estudos Espírtas e a Revista Espírita continuaram existindo.

Amélie Boudet de Lacombe Rivail foi tão importante quanto Allan Kardec para a doutrina espírita. 

Confira algumas obras:

“Contos Primaveris” (1825);

“Noções de Desenho” (1826);

“O Essencial em Belas Artes” (1828)

Fontes: TV Mundo Maior | Mundo Espírita

 

 

Por Juliana Chagas 

Jornalista e produtora da Rádio Boa Nova

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