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Editorial

Comportamento antissocial é culpa do cérebro

Enviado em 5 de julho de 2016 | Publicado por Eliete Ribeiro

antissocialVocê já conheceu alguém que foge de eventos sociais? Paga para não comparecer em lugares públicos. Vive Isolado. Não interage com a sociedade ou até mesmo com familiares. Pessoas assim, são as chamadas antissociais.

O site psiqweb nos traz o seguinte conceito de antissocial: 

A característica essencial do Transtorno da Personalidade Antissocial é um padrão invasivo de desrespeito e violação dos direitos dos outros, que inicia na infância ou começo da adolescência e continua na idade adulta.

Este padrão também é conhecido como psicopatia, sociopatia ou transtorno da personalidade dissocial. Uma vez que o engodo e a manipulação são aspectos centrais do Transtorno da Personalidade Antissocial, pode ser de especial utilidade integrar as informações adquiridas pela avaliação clínica sistemática com informações coletadas a partir de fontes colaterais. Para receber este diagnóstico, o indivíduo deve ter pelo menos 18 anos e ter tido uma história de alguns sintomas de Transtorno da Conduta antes dos 15 anos

O Transtorno da Conduta envolve um padrão de comportamento repetitivo e persistente, no qual ocorre violação dos direitos básicos dos outros ou de normas ou regras sociais importantes e adequadas à idade. Os comportamentos específicos característicos do Transtorno da Conduta ajustam-se a uma dentre quatro categorias: agressão a pessoas e animais, destruição de propriedade, defraudação ou furto, ou séria violação de regras.

O site da Revista Galileu revela um estudo que comprova diferenças em desenvolvimento cerebral de crianças e adolescentes diagnosticados com desvio de conduta.

Por muito tempo, cientistas acreditaram que o comportamento antissocial teria relação direta com o desenvolvimento do cérebro, mas poucos testes haviam sido feitos para comprovar essa ideia.

Um estudo recente usou exames de ressonância magnética para analisar o cérebro de adolescentes diagnosticados com desvio de conduta, transtorno psiquiátrico que normalmente envolve comportamento agressivo e antissocial. Os resultados sugerem que o cérebro de jovens com esse transtorno se desenvolve de maneira diferente. O estudo também comprova que o desvio de conduta é um transtorno psiquiátrico real, apesar de alguns especialistas discordarem dessa opinião.

O estudo, publicado no Journal of Child Psychology and Psychiatry, observou o cérebro de 58 jovens entre 16 e 21 anos com desvio de conduta e 25 jovens sem nenhum distúrbio. Foram analisadas partes do cérebro responsáveis pela atenção, memória e linguagem.

Entre o cérebro de jovens que começaram a desenvolver distúrbios comportamentais na adolescência e crianças que apresentaram a doença nos primeiros anos de vida, as diferenças são grandes: no caso das crianças, o crescimento cerebral parece acontecer de forma mais sincronizada do que em outras partes do córtex, o que acaba desenvolvendo certas funções mais do que outras.

Os cientistas ainda não sabem especificar quais partes do cérebro provocam os distúrbios comportamentais.

Na população em geral, a percentagem de pessoas com esta perturbação é de cerca de 3%, sendo mais frequentemente identificada em homens do que em mulheres

É importante estar atentos a estes comportamentos antissociais, pois eles podem estar atrelados a outros problemas emocionais, como a dependência química, a anorexia, à depressão. Vale a pena investigar e ir a fundo e consultar um psiquiatra, para que haja uma orientação e um diagnóstico correto.

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Sites consultados: http://saude.umcomo.com.br/articulo/como-identificar-o-transtorno-da-personalidade-anti-social-3101.html#ixzz4DBHBIZ5v

http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Neurociencia/noticia/2016/06/comportamento-antissocial-e-culpa-do-cerebro.html

Fonte das Imagens: https://www.pexels.com

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