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“Um dos aspectos notáveis da evolução espiritual humana é que todos os doentes da alma se tornam médicos por sua vez.” Bezerra de Menezes

Editorial

Conheça um pouco da história de Gabriel Delanne

Enviado em 13 de setembro de 2017 | Publicado por Rádio Boa Nova

François Marie Gabriel Delanne, mais conhecido como Gabriel Delanne, nasceu em Paris – França, no dia 23 de março de 1857 e desencarnou no dia 15 de fevereiro de 1923. Filhos de pais espíritas, ele foi um grande defensor da doutrina, o que se fez nos moldes rigorosamente científicos e com fidelidade do codificador.

Ao lado de Léon Denis, foi um dos mais importantes divulgadores do espiritismo. Delanne fez diversas conferências na Europa, inclusive na abertura do 1º Congresso Espírita e Espiritualidade, realizado em 1890.

Em 1882, Gabriel Delanne fundou a União Espírita Francesa e o jornal Le spiritisme. Já em 1883, graças a generosidade de Elisabeth D´Esperance (inglesa e médium de efeitos físicos e inteligentes), Gabriel Delanne fundou a revista “O Espiritismo”.

No ano de 1904, junto com Charles Richet e outros estudiosos, Delanne presenciou os fenômenos de materialização de Vila Cármen, em Argel. Sua produção literária não se apoia em especulações imaginárias, mas em fatos investigados e confirmados. Gabriel Delanne dedicou-se ao trabalho de demonstrar que o Espiritismo se apoio em bases científicas.

E ainda, escreveu diversas obras, conhecidas em todo o mundo:

  • Pesquisas sobre a Mediunidade;
  • A Alma é Imortal;
  • O Espiritismo perante a Ciência;
  • O Fenômeno Espírita;
  • A Evolução Anímica;
  • As Aparições Materializadas de Vivos e Mortos
  • Documentos para o Estudo da Reencarnação
  • A Reencarnação

Por meio de suas obras, Gabriel Delanne, nos mostrou que a física moderna, o hipnotismo, o magnetismo, a sugestão verbal ou mental, a telepatia e o Espiritismo, são convergentes para as fronteiras espirituais

François Marie Gabriel Delanne foi um ilustre pesquisador que dedicou toda sua vida à propagação do Espiritismo, pelo qual se sacrificou inutilmente aos olhos daqueles que só vêem no imediatismo a verdadeira razão do viver humano e por isso não podem compreender que, por força desse desprezo pelas vaidades e ambições terrenas, ele se cobriu de glórias espirituais pelo trabalho bem conduzido, sem vacilações e fielmente executado até seu derradeiro instante da vida corpórea.

Fonte: Rádio Boa Nova

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