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Editorial

Guerra na Síria completa seis anos

Enviado em 18 de março de 2017 | Publicado por Rádio Boa Nova

Fonte: jornalissimo.com

Certamente uma das maiores crises do século 21 é a Guerra Civil na Síria, os conflitos que são marcados por uma violenta revolta armada que começou em 2011 completou seis anos nesta semana, com mais de 300 mil mortos.

Esta guerra envolve o governo sírio, grupos rebeldes, líderes de outros países e terroristas, como por exemplo, o Estado Islâmico.

O conflito teve início a partir da luta entre as forças do presidente Bashar Al – Assad e dos rebeldes que são contra a permanência dele no poder. Com isso, seguindo o exemplo de países como Tunísia, Líbia e Egito, a população síria, em 2011, começou a protestar contra o líder autoritário e a reação do governo foi violenta e imediata.

E ainda, a interferência interna complicou mais o conflito, por exemplo, os Estados Unidos armaram os rebeles, e a Rússia ofereceu apoio militar à Síria. E no meio destes conflitos está o Estado Islâmico, onde terroristas lutam contra todos.

Em seis anos, os sírios não vivem mais em paz, as crianças não tem mais infância e mais de cinco milhões de sírios passaram a buscar refúgios em outros países, por conta da pobreza, repressão política e religiosa e também da guerra.

Em relação as crianças sírias, elas vivem refugiadas na Turquia, Líbano, Jordânia, Egito e Iraque. E ainda, um relatório divulgado pela UNICEF apontou que essas crianças nunca sofreram tanto como em 2016.

Segundo o estudo, mais de 650 crianças morreram na Síria ano passado, aumento de 20% em relação a 2015.

E ainda de acordo com a UNICEF, mais de 2,8 milhões estão vivendo em situação vulnerável e em áreas de difícil acesso, dessas, 280 mil estão cercadas e sem acesso à ajuda humanitária.

As guerras não são as soluções para os problemas que cercam o mundo. Nelas não estão desencarnando somente aqueles que lutam ou que morrem por conta de uma explosão. Morrem também, os pais e mães que recebem algum objeto de seu filho e condecorações póstumas.

Por isso, pode-se perguntar: O que leva o homem à guerra?

Predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual e satisfação das paixões. No estado de barbárie, não conhecem senão o direito do mais forte; por isso, a guerra é para eles um estado normal. À medida que o homem progride, ela se torna menos frequente, porque lhe evita as causas e, quando é necessária, sabe aliá-la à humanidade. (Livro dos Espíritos, questão 742)

Na busca desta satisfação, aquele que deseja a guerra acaba não percebendo que as feridas que são abertas não cicatrizam rapidamente, por exemplo, uma criança que vive neste território não vai a escola e acaba crescendo com medo.

Não existe nenhuma justificativa para explicar este conflito sírio, para explicar o porquê de pessoas que nasceram e cresceram em um mesmo país desejarem a guerra.

A doutrina espírita diz que se caso os dirigentes sírios e os oponentes tivessem acesso ao que os imortais falam a respeito das consequências de uma guerra a situação poderia ser completamente diferente.

O que pensar daquele que suscita a guerra em seu proveito?

Este é o verdadeiro culpado e precisará de muitas existências para expiar todos os homicídios dos quais foi a causa, porque responderá pelo homem, cada um deles, ao qual causou a morte para satisfazer sua ambição.(Questão 745, O Livro dos Espíritos)

E enquanto eles não tomam este conhecimento, nós podemos alinhar os nossos pensamentos em prol dos refugiados mandando muitas vibrações, além de pedir ao plano espiritual que nos ajude a construir um mundo melhor. Pense sempre na bondade e sempre pratique o amor ao próximo e a caridade.

A energia desses pensamentos falarão mais alto que qualquer palavra!

Assista ao vídeo Refugiados na Europa da TV Mundo Maior.

Fontes: Globo.com | Luz Espírita | O Consolador | TV Mundo Maior

 

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Por Juliana Chagas 

Jornalista e produtora da Rádio Boa Nova

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