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“O operário há de amar enternecidamente a máquina que o ajuda a viver, lubrificando-lhe as peças e harmonizando-lhe os implementos, se não deseja relegá-la à inutilidade e à secura.” Emmanuel

Editorial

Já ouviu falar na Síndrome da Rã fervida?

Enviado em 11 de dezembro de 2016 | Publicado por Mariana Fridman

se-esconder-vida-copiaCientistas explicam que as rãs quando colocadas em uma panela com água quente conseguem se adaptar ao calor até certo ponto, porém, quando a água está para ferver e as rãs já não conseguem aguentar o calor elas tentam saltar da panela. Como consequência óbvia, a rã morre fervida sem fazer nada para saltar e se salvar. Agora devemos nos perguntar o que matou a rã: foi a água fervendo ou foi a sua incapacidade de decidir adequadamente em que momento deveria saltar?

Foi Olivier Clerc, escritor e filósofo francês, quem criou, em uma linguagem simples, acertada e ilustrativa, a fábula da rã fervida.

A síndrome da rã fervidas faz referência ao desgaste emocional que surge quando nos encontramos presos em situações de maus-tratos das quais acreditamos que é impossível escapar, e por isso aguentamos e aguentamos, até sairmos queimados.

Quando a deterioração emocional é muito lenta, passa despercebida por nós. Isso justifica que não reajamos e não nos oponhamos. É como se fosse o efeito de uma intoxicação lenta, que passa despercebida, até os sintomas mais graves chegarem.

Essa inércia, em ter uma reação em uma situação desagradável, acontece em diversos ambientes e ocasiões. Na família, nos relacionamentos amorosos, no trabalho e com os amigos.

Não deixe algo que te faz mal passar despercebido, se deixe incomodar e reaja. Lembremos que às vezes um “Chega!” nos ajudará a garantir nosso bem-estar emocional e proteger nosso amor próprio, nossa dignidade e nossos interesses.

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