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Editorial

Jovem perde a mãe para o câncer e cria aplicativo para auxiliar quem tem a doença

Enviado em 1 de agosto de 2017 | Publicado por Elen Alarça

Perder um ente querido para uma doença é terrível. Parece que nada mais faz sentido na vida. No entanto, existem pessoas que usam essa dor para construir algo que ajudará milhares na luta contra a enfermidade que assolou a encarnação de um parente, por exemplo.

Esse foi o caso do o então estudante de biologia Cesar Filho, 26. Mesmo após perder a mãe para o câncer, ele criou um aplicativo gratuito que monitora a doença. Ele estipulou uma meta para alcançar 1 milhão de pacientes. Ou seja, milhares poderão ter mais chances de sobrevivência a essa doença tão devastadora.

O programa dá a oportunidade para os doentes relatarem tudo o que estão sentindo. Isso facilitará o trabalho dos médicos que não podem acompanhar o dia a dia do seu paciente. Eles contam os sintomas da doença, efeitos colaterais que sentem e o seu estado emocional. Os resultados serão mostrados em forma de gráficos que podem ser levados ao médico e analisados com mais precisão.

Ao usar a sua dor para fazer o bem, esse jovem obedeceu um dos princípios mais elementares do espiritismo, a prática do bem de forma útil. Filho não só praticou o bem, mas usou a tecnologia para salvar vidas. Na questão número 643 de “O Livro dos Espíritos”,  Allan Kardec aborda a questão da solidariedade com o próximo.

“Não há quem não possa fazer o bem. Somente o egoísta nunca encontra ensejo de o praticar. Basta que se esteja em relações com outros homens para que se tenha ocasião de fazer o bem, e não há dia da existência que não ofereça, a quem não se ache cego pelo egoísmo, oportunidade de praticá-lo. Porque, fazer o bem não consiste, para o homem, apenas em ser caridoso, mas em ser útil, na medida do possível, todas as vezes que o seu concurso venha a ser necessário.”

Sigamos o exemplo deste jovem; doando nosso tempo e experiência de forma abnegada ao próximo. Filho pensou na perda da sua mãe como uma oportunidade de realizar algo em benefício do próximo. Isso é o amor em ação! Claro que a dor do desencarne da sua progenitora foi imensa. Porém, ele foi inspirado nos questionamentos dela durante a enfermidade para desenvolver o aplicativo.

Temos certeza que espíritos benfeitores estavam com ele em todos os momentos. Vamos transformar a nossa dor em inspiração e aprender a ver o lado bom das situações adversas; porque nada é por acaso, sempre existe um propósito.

Fontes: Folha de SP e Espiritismo Vida e Luz.  

Para saber mais sobre o assunto, assista:

Leticia Lopes, 26, é jornalista guarulhense formada pela Faculdade Anhanguera e colaboradora da Rádio Boa Nova e TV Mundo Maior. Já assinou matérias em jornais locais e atuou como assessora de comunicação. Nas horas vagas, gosta de ler romances e revistas de jornalismo literário. Não dispensa uma boa pizza e a companhia de amigos. É apaixonada pelo mundo espiritual e por recursos que estimulam o autoconhecimento.

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