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Editorial

‘O que negas te subordina, o que aceitas, te transforma’, diz a coach Fernanda Fernandes

Enviado em 11 de agosto de 2017 | Publicado por Elen Alarça

Todos nós queremos ser motivados para atingir os objetivos planejados. De forma geral, esse rendimento é conquistado por meio da alta estima e ao momento que cada um vive. Desta forma, as pessoas estão cada vez mais buscando os serviços do coaching – expressão em inglês que significa treinador.

Para saber um pouco mais sobre o coach, aliado ao espiritismo, o portal da Rádio Boa Nova (RBN) conversou, por e-mail, com a espírita e especialista em desenvolvimento pessoal, coaching e terapias integrativas, Fernanda Fernandes. Em entrevista, Fernanda defende a ideia que o autoconhecimento é que impulsiona as pessoas a atingir as metas desta encarnação.

“O que negas te subordina, o que aceitas, te transforma. As coisas que criamos resistência, que negamos, ao invés de entender, nos escravizam. Quando tomamos consciência, passamos a entender [os desafios] como oportunidade para mudança.”

Ela apresenta o programa da RBN, Descubra seu Caminho, exibido todos os domingos, às 16h. Entre outros assuntos, a especilista contou que a ideia de criar o programa surgiu durante suas palestras em casas espíritas. “Muitas pessoas percebiam que eu aliava [o coaching] ao conteúdo espírita e, com isso, elas refletiam mais”.

As pessoas estão procurando cada vez mais os serviços de coaching. Com a sua experiência, você percebe que os espíritas que acompanham seu programa estão, de fato, procurando mais auxílio para enfrentar as dificuldades da vida?

Sim. A cada dia eu recebo mensagens dos ouvintes se interessando pelo assunto, já que as suas questões e conflitos não estão sendo resolvidas com as terapias convencionais. Mesmo que o processo de coaching não seja considerado uma terapia, o que acontece é que nos processos terapêuticos convencionais algumas pessoas até conseguem identificar seus conflitos, mas não sabem como sair deles, resinificar e transformar. Por conta disso acontece uma espécie de trava, estagnação, e não avançam. Não estou dizendo que as terapias convencionais devam ser descartadas, muito pelo contrário, elas têm seu papel fundamental. Porém, os terapeutas precisam agregar mais ferramentas para ajudar seus pacientes a terem melhores resultados. Por isso,muitos destes profissionais estão se especializando nessa área [coaching], para que seus atendimentos possam ampliar mais os resultados. Não só usando essa ferramenta, mas aliando outras. Mesmo no caso do cliente que procura o coaching, focado na questão “profissional”, ele precisa agregar –  99% das vezes – técnicas que alinhem suas emoções e conflitos. Na grande maioria das vezes, seus bloqueios emocionais os impedem de alcançar seus resultados e objetivos.

Conte nos algum caso de uma pessoa que já foi ajudada por meio do seu programa.

Em pouco tempo que o programa está no ar, estou muito feliz com os depoimentos que recebo, pelo whatsapp e nas mídias sociais. Um caso me marcou muito. Uma moça me disse estava muito depressiva, com a autoestima baixíssima e que não via perspectivas na sua encarnação. No primeiro dia que ouviu o programa, voltou a ter interesse pela vida. Ela anotava todas as dicas que eu passava pelo rádio. A partir daí, começou a ter mais ânimo e motivação. Conseguiu recolocação no mercado de trabalho e fui felicitada por recebê-la, em um dos meus treinamentos e workshops. Ela fez esse depoimento ao vivo para mim, na frente de todos! Foi realmente gratificante.

Gostaria de acrescentar algo?

Quero agradecer a RBN pela oportunidade e esclarecer ao ouvinte que eu trabalho como terapeuta, coach, consteladora sistêmica entre outras terapias. Digo isso, porque muitos me perguntam sobre este assunto e gostaria de deixar esclarecido. Também quero deixar uma frase para reflexão de todos nós. “O que negas te subordina, o que aceitas te transforma”. As coisas que criamos resistência, que negamos, ao invés de entender, resinificar e acolher, nos escraviza, nos subordina e com isso gerando mais e mais dores. Quando tomamos a consciência, passamos a entender [dos desafios] como oportunidade para mudança, nos libertamos e nos transformamos.

 

Leticia Lopes, 26, é jornalista guarulhense formada pela Faculdade Anhanguera e colaboradora da Rádio Boa Nova e TV Mundo Maior. Já assinou matérias em jornais locais e atuou como assessora de comunicação. Nas horas vagas, gosta de ler romances e revistas de jornalismo literário. Não dispensa uma boa pizza e a companhia de amigos. É apaixonada pelo mundo espiritual e por recursos que estimulam o autoconhecimento.

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