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Editorial

Somos responsáveis pelo aquecimento global?

Enviado em 3 de maio de 2016 | Publicado por Eliete Ribeiro

planeta simulando pegar fogoA conscientização pode ser a saída para evitar tragédias futuras e minimizar os impactos do aquecimento global.

“Uma forte ressaca atingiu várias cidades da Baixada Santista, no litoral de São Paulo, na manhã da quarta-feira passada. Parte das tradicionais muretas de contenção da orla da praia de Santos, consideradas um dos cartões-postais da cidade, ficaram destruídas por causa das ondas”, esta foi a notícia divulgada na semana passada.

Será que a partir de acontecimentos como estes, podemos apontar culpados pelo aquecimento global ou mudanças climáticas? E dizer que fenômenos assim podem estar associados ao Aquecimento global?

“Aquecimento global é o aumento nas camadas mais baixas da atmosfera como resultado do acúmulo de gases como vapor d’água, dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), óxido de nitrogênio (N2O, clorofluorcarbonos (CFCs) e ozônio (O3). Estes gases, conhecidos como gases de efeito estufa ou gases estufa…. O aumento de emissões de gases de efeito estufa para a atmosfera em decorrência de atividades humanas, entretanto, pode ampliar de modo nocivo o efeito estufa… capaz de causar o derretimento das calotas polares, o aumento do nível dos oceanos e a submersão de áreas costeiras”. (André Trigueiro, Espiritismo e Ecologia).

Agir de uma maneira mais consciente pode ser a saída para evitar tragédias futuras e minimizar os impactos do aquecimento global.  Com atitudes simples de não desperdiçar água, economizar energia, utilizar menos o carro e ir trabalhar ou fazer as atividades do dia a dia a pé, contribui e muito em todos os aspectos para com a harmonia do planeta.  No jornal Nova Era do dia 02 de fevereiro fala do Fim da Vida na Terra 

“Se a população seguir sempre a progressão crescente que vemos, chegará um momento em que ela será exuberante sobre a Terra? – Não. Deus a isso provê e mantém sempre o equilíbrio. Ele nada faz de inútil. O homem que não vê senão um canto do quadro da natureza, não pode julgar a harmonia do conjunto” (Pergunta 687 de O Livro dos Espíritos).

O aquecimento global favorece fenômenos como degelamento de pólos, inversão da temperatura em alguns lugares, além de variações das estações. Quando se fala em variação das estações percebe-se que de forma simples,   o outono que teve início entre os dias 20 e 21 de março no Hemisfério Sul está longe de suas características comuns.  Com ele veio um período de seca e o meses de abril e maio foram marcados por estar bem secos e as temperaturas bem atípicas do outono. Isto demonstra de forma assustadora quais serão as consequências num futuro próximo.

O autor da obra Espiral da Morte,  Claudio Angelo , afirma em entrevista ao jornal Folha de São Paulo que “O livro não é um manifesto para que juntos salvemos a natureza nem uma profecia sombria do apocalipse  que nos aguarda. É um relato sóbrio, tranquilo, claro e com algum humor (negro) de tudo o que sabemos sobre o que está acontecendo neste exato momento nos lugares mais frios da Terra.

Em uma palestra André Trigueiro, Jornalista e apresentador do programa Ação Planeta pela Rádio Boa Nova, todas as sextas-feiras, às 9h, fala sobre esta relação:  “O Homem e o Meio Ambiente – O desequilíbrio ecológico na visão espírita”.

As mudanças climáticas afetam nossa rotina diária? Acompanhe aqui a resposta com André Trigueiro no programa Ação Planeta

Há nove anos, a ONU por intermédio do Painel Intergovernamental em Mudança do Clima (IPCC) redigiu e divulgou três textos. Mas a surpresa veio no terceiro documento. Em linhas gerais, o texto diz: sendo o homem o causador do problema, pode também resolvê-lo. E por um preço relativamente modesto se comparado a dimensão do problema. Teria que ser investido pouco mais de 0,12% do produto interno bruto mundial por ano até 2030.

Podemos citar a lei de causa e efeito, todos somos responsáveis por cada um dos eventos que ocorrem em nossas vidas:

“Todas as nossas ações são submetidas às leis de Deus; não há nenhuma delas, por mais insignificante que nos pareçam, que não possa ser uma violação dessas leis. Se sofremos as conseqüências dessa violação, não nos devemos queixar senão de nós mesmos, que nos fazemos assim os artífices de nossa felicidade ou de nossa infelicidade futura.” Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Livro Quarto, Capítulo II, item 964.

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