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Entenda as simpatias e antipatias, segundo o espiritismo

Enviado em 9 de janeiro de 2018 | Publicado por Rádio Boa Nova

Mesmo sem conhecer, certas pessoas podem nos causar uma sensação de antipatia logo a primeira vista.

A simples presença, ou imagem do mesmo pode disparar uma reação desagradável, mas que, no fundo, sabemos o porquê.

No entanto, existem casos em que alguém não nos agrada, mas não entendemos a razão. Não pensamos necessariamente que aquele ser seja ruim, porém, para nós ele é.

Refletimos então, qual a causa que faz com que as pessoas sejam simpáticas ou antipáticas à primeira vista? Por que não gostamos de certas pessoas?

O Livro dos Espíritos”, na questão 387, esclarece que a simpatia que temos por algum ser tem sempre como princípio a procura natural de ambos, mesmo que não tenham se conhecido como homens.

Já a antipatia sentida instantaneamente por algumas pessoas provém de espíritos antipáticos que se adivinham e se reconhecem. Geralmente, essa repulsa ocorre quando um espírito encontra outro que o possa desaprovar. Por sua vez, o espírito pressente o julgamento do outro, o que causa o mal estar em ambos.

Muitas vezes, se o mesmo for mal, poderá ocorrer o ódio, o ciúme e o desejo de praticar iniquidades para com o espírito antipático. Porém, os bons espíritos não se deixam levar pelas antipatias. Eles entendem que todo o mal deve ser pago com o bem.

Portanto, seguro de sua superioridade, este não partilha destes sentimentos iníquos, apenas mostra a sua superioridade demonstrando o distanciamento saudável e evitando o contato. “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, no capítulo Pagar o Mal com o Bem, informa que é necessário sentir o amor para todos os seres, até para aqueles com os quais não são simpáticos para conosco, amando-os sem sermos hipócritas.

“Amar aos inimigos, não é, pois, ter por eles uma afeição que não é natural, uma vez que o contato de um inimigo faz bater o coração de maneira inteiramente diversa que o de um amigo. Mas é não lhes ter ódio, nem rancor, ou desejo de vingança. É perdoá-los sem segunda intenção e incondicionalmente, pelo mal que nos fizeram […] É desejar-lhes o bem em vez do mal”, diz um trecho do capítulo.

Fontes: Evangelho segundo o Espiritismo e O Livro dos Espíritos.

Para saber mais sobre o assunto, assista:

Parte 1

 

Parte 2

 

Parte 3

 

Parte 4

 

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