QUER RECEBER NOSSAS NOTÍCIAS EXCLUSIVAS?

“Se você está feliz, ore sempre, rogando ao Senhor para que o equilíbrio esteja em seus passos” André Luiz

Estudo_espirita

Mediunidade Ostensiva

Enviado em 4 de janeiro de 2018 | Publicado por Rádio Boa Nova

Quem nunca escutou um barulho diferente, por exemplo, pancadas, ou então teve sonhos, pesadelos, premonições, etc?

Allan Kardec, em O Livro dos Médiuns, diz que todos nós somos médiuns, em um grau menor ou maior. Já o comunicador Paulo Henrique de Figueiredo no programa Sem Dúvida, da TV Mundo Maior, disse que todos possuem alguma maneira de perceber a espiritualidade, por exemplo, a inspiração de ter alguém por perto pode ser sinal de mediunidade.

A mediunidade que é uma sensibilidade ao extrafísico, ou seja, a capacidade que a alma tem de captar energias de natureza não-física, é o contato entre o encarnado e o plano espiritual.

E o que pode-se dizer da mediunidade ostensiva?

Este tipo de mediunidade é aquela evidente e incontestável, ou seja, nem o médium nem a testemunha do fenômeno podem negar a natureza espiritual.  Na mediunidade ostensiva é notória a manifestação dos espíritos.

Sintomas

A influência de espíritos sobre nós pode acontecer a qualquer momento, situação, hora. Por exemplo, os espíritos bons agem com uma maneira mais sutil, além de nos inspirar bons pensamentos, atitude de amor, paz, etc. E ainda, quando o médium é ostensivo, ele percebe claramente que é algo superior a nós.

E os espíritos que nos influenciam para o mal, dirigem nossos pensamentos e sentimentos ruins.

E ainda, alguns sintomas podem indicar a mediunidade, são eles:

  • Suor excessivo;
  • Maças do rosto muito vermelhas e quentes
  • Instabilidade emocional
  • Distúrbio de sono
  • Insônia,
  • Insegurança

Vale lembrar que todos esses sintomas vão se estabelecendo ou desaparecendo de acordo com o que médium canaliza.

Já na mediunidade ostensiva, a influência pode ser tão direta, como por exemplo, conversar com alguém encarnado.

Como desenvolver a mediunidade ostensiva?

Como vimos anteriormente todos somos médiuns, alguns possuem a mediunidade mais aflorada. Allan Kardec, em O Livro dos Médiuns, apresenta o seguinte trecho:

“Enganar-se-ia igualmente quem supusesse encontrar nesta obra uma receita universal e infalível para formar médiuns. Se bem cada um traga em si o gérmem das qualidades necessárias para se tornar médium, tais qualidades existem em graus muitos diferentes e o seu desenvolvimento depende de causas que a ninguém é dado conseguir se verifiquem à vontade.

As regras da poesia, da pintura e da música não fazem que se tornem poetas, pintores ou músicos os que não têm o gênio de alguma dessas artes. Apenas guiam os que as cultivam, no emprego de suas faculdades naturais.”

Diante desta fala de Kardec, pode-se concluir que o melhor caminho para o desenvolvimento da mediunidade ostensiva é o estudo. É necessário buscar o conhecimento de modo mais amplo, além de frequentar Casas Espíritas, já que com as reuniões e estudos aprende-se a canalizar este dom para o bem, para a caridade.

“Ninguém poderá tornar-se bom médium espírita se não conseguir despojar-se dos vícios que degradam a humanidade.” (Revista Espírita de 1863, p. 213)

 

Por Juliana Chagas 

Jornalista e produtora da Rádio Boa Nova

 

 

 

Deixe seu comentário: