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O combate ao envelhecimento e o medo do desencarne

Enviado em 31 de julho de 2017 | Publicado por Elen Alarça

Viver mais e melhor é a busca de milhares de pessoas em todo o mundo. Com o avanço da tecnologia, foram criados diversos suplementos, vitaminas, cremes e muitos tratamentos para quem deseja chegar aos 100 anos com qualidade de vida. Os magnatas do Vale do Silício, por exemplo, estão na luta para combater o envelhecimento e o desencarne.

Larry Ellison, cofundador da multinacional Oracle, doou mais de U$$ 330 milhões para pesquisas sobre o tema e relacionadas à saúde. Muitos destes empresários não aceitam o retorno à pátria espiritual por achar que ela não faz sentido. Se perguntam como podemos estar vivos aqui e agora, mas daqui a algumas décadas, não mais.

Basicamente, eles têm medo de morrer e medo da morte. A diferença é que o medo de morrer consiste no temor em desencarnar de forma violenta. Esse receio é favorável, assim não chegamos perto da beira de um penhasco, ou fazemos coisas que possam colocar nossa vida em risco.

O medo da morte é do desencarne em si. Os mitos acerca do além-túmulo são diversos. O que virá após o fato? Será que não sentiremos mais nada? Tudo que éramos será apenas uma lembrança que se apagará com o passar dos anos? Grande parte da população pensa desta forma pelo fato de ser uma cultura difundida na nossa sociedade por muitos pensadores. O filósofo Arthur Schopenhauer, define na sua obra “Da Morte – Metafísica do Amor – Do Sofrimento do Mundo”, que o desencarne é “um vazio. Absolutamente nada. É como antes de termos nascido.”

Detalhe: um homem encarnado, falando como se conhecesse “o lado de lá” com propriedade. Enfim, seria muito triste se assim fosse, não? Isso quereria dizer que somos um amontoado de átomos que se desfazem de forma repentina com o desencarne; sem volta ou retorno.

Segundo o espiritismo, essa visão não é a realidade. Após conhecer a doutrina espírita, você não precisa ter medo do desencarne; o retorno à pátria espiritual nos encherá de perspectivas futuras.   

As codificações espíritas nos informam que é importante saber que a vida que estamos vivendo é apenas mais uma etapa no ciclo evolutivo da nossa alma. Ao desencarnar, fazemos uma passagem para a pátria espiritual, no qual “recarregamos” nossas energias e aprenderemos algo novo, assim como (teoricamente) foi feito no plano terreno, para que possamos seguir evolutivamente.

A ciência já realizou diversos experimentos que comprovaram que possuímos alma e que a morte não é o fim de tudo. A equipe da Universidade de Southampton, na Inglaterra, realizou uma pesquisa de quatro anos, envolvendo 2.060 casos de parada cardíaca ocorridos em 15 hospitais no Reino Unido, nos Estados Unidos e na Áustria. O levantamento revelou que quase 40% dos sobreviventes desses casos descreveram algum tipo de “consciência” em momentos em que estavam clinicamente desencarnados.

 

Fontes: Ultra Curioso, Revista Planeta e Setor saude.

 

Leticia Lopes, 26, é jornalista guarulhense formada pela Faculdade Anhanguera e colaboradora da Rádio Boa Nova e TV Mundo Maior. Já assinou matérias em jornais locais e atuou como assessora de comunicação. Nas horas vagas, gosta de ler romances e revistas de jornalismo literário. Não dispensa uma boa pizza e a companhia de amigos. É nerd, adora jogar videogame. Além disso, é apaixonada pelo mundo espiritual e por recursos que estimulam o autoconhecimento.

 

 

Para saber mais sobre o assunto, assista:

 

 

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