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Rede Social pode abalar casamento

Enviado em 19 de junho de 2017 | Publicado por Eliete Ribeiro

As redes sociais pode unir pessoas, mas tem também o poder de destruir relações. Principalmente aquelas que já estão em crise. Quem nunca bisbilhotou o WhatsApp ou o Facebook do seu parceiro? Antes do advento da tecnologia era muito comum a procura por algum bilhete dentro do bolso da calça, do paletó, ou até mesmo dentro da bolsa. Mas hoje à procura é pela mensagem digital. Muitas vezes, aquela velha frase, vem à tona, “quem procura acha”. Na maioria dos casos, pode ser apenas um mal entendido. Tem situações, que estas mensagens nas redes sociais, pode ser muito parecida com a condição do ciúme. É importante filtrar as mensagens, porque nem tudo que parece é da forma que pensamos. As pessoas colocam que algo de errado está acontecendo, quando na verdade são somente situações inventadas pela própria imaginação. E ao verificar alguma mensagem, acaba interpretando um episódio que lhe custará o casamento ou a relação. Uma simples mensagem poderá acabar com toda uma história.

“Ah! Os estranhos efeitos do modernismo!
Se “ser moderno” é deslustrar aquilo que deve ser conservado porque de valor, então, é preferível não o ser e manter-se afastado – quanto possível – dessa onda de desatinos e perversões da personalidade humana.
O mal-estar provocado pela correria é outro desequílibrio que assola a pobre desgastada sociedade de nossos tempos.
As neuroses são tantas que, no aproveitamento geral das coletividades, já não consegue quase produção que se julgue digna.
De fato, as criaturas agora não produzem nem cinquenta por cento em seu setor específico porque não têm acomodação mental para o que fazem no instante. Seus compromissos, exterioresd a do serviço que executam no momento, chamam-nos, preocupam-nos, exigino-lhes atenção, ainda que muitas vezes de forma não consciente.
Todos preocupados, todos com pensamento noutro setor, todos ligados a outros ambientes, todos desfibrados em face de tantos problemas concomitantes e tudo em termos materiais, econômico-financeiros, quando não sociais ou políticos.
Problemas de perturbação psíquica aparecem, então, por entre esses pensamentos de ordem menor, pois o que deveria realmente preocupar o homem – sua elevação moral e espiritual – nem passa por suas cogitações”. (Espiritismo: Medo ou Preconceito? Helena Carvalho)

O que deve-se evitar é passar grande parte da vida em redes sociais, esta atitude também pode-lhe custar o fim de um relacionamento. Muitos casais não conversam. Saem para passear juntos, mas na verdade, estão separados pelas mensagens que chegam a todo instante pelo whatsapp. Nem sequer se olham mais. Quando se dão conta, parecem mais dois estranhos. Sem nenhum assunto que os unam. E perde-se então toda aquela intimidade do início do relacionamento.

Outra prática que acontece com muita frequência são pessoas que expõem toda a sua intimidade nas páginas do facebook para quem quiser conferir. Até discussões são relatadas. É necessário que haja um equilíbrio neste quesito. Não é aconselhável sair publicando os seus problemas conjugais para todos. Não pega bem!

“São chegados os tempos em que as ideias morais devem se desenvolver para cumprir os progressos que estão nos desígnios de Deus; elas devem seguir o mesmo caminho que as ideias de liberdade percorreram, e que delas eram precursoras. Mas não é preciso crer que esse desenvolvimento se fará sem lutas; não, elas têm necessidade, para atingir a maturidade, de abalos e de discussões, a fim de que atraiam a atenção das massas; uma vez fixada a atenção, a beleza e a santidade da moral impressionarão os espíritos, e eles se interessarão por uma ciência que lhe dá a chave da vida futura e lhes abre as portas da felicidade eterna. Foi Moisés quem abriu o caminho; Jesus continuou a obra, e o Espiritismo a arrematará”. (Um Espírito Israelista, Mulhou-se, 1861). (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec)

Fonte das Imagens: http://pt.freeimages.com/

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