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Evangelho e Reforma Íntima

Meu pet desencarnou, o que fazer?

Enviado em 11 de fevereiro de 2018 | Publicado por Rádio Boa Nova

Se você é dono de um pet, com certeza compartilha um grande amor e vínculo com esse animalzinho. Por isso é natural sentir-se devastado por sentimentos de tristeza quando um animal de estimação desencarna.

Porque a perda de um pet dói tanto? Isso acontece pelo fato do animal de estimação se tornar ente querido da nossa família, trazendo companheirismo, diversão e alegria para nossas vidas.

Seu pet pode mantê-lo ativo e sociável, ajudá-lo a superar os constantes desafios da vida, e até mesmo fornecer um senso de significado ou propósito. Então, quando um animal de estimação amado morre, é normal sentir uma sensação avassaladora de tristeza e perda.

Para lidar com o desencarne deste ser tão querido é necessário tomar algumas atitudes que a doutrina espírita recomenda para seguir em frente sem tristeza no coração. Devemos entender primeiramente que os espíritos que encarnam no reino animal estão de acordo com o seu grau de evolução.

Ou seja, se o seu pet era um animal doméstico ele não regredirá reencarnando num ambiente selvagem. De acordo com o que informaram os espíritos de luz ao codificador da doutrina, Allan Kardec, ele certamente viverá num grupo de animais em que a espécie esteja no seu mesmo estágio de evolução.

Posso me encontrar com o meu pet após o meu desencarne?

Segundo “O Livro dos Espíritos”, não. O homem e os animais não se encontram no mundo espiritual, pois são estágios de evolução diferentes. A questão 600 esclarece que a consciência do seu pet fica adormecida e à disposição da espiritualidade, ou seja, ela pode reencarnar ou ficar na vida espiritual.

“Fica numa espécie de erraticidade, pois que não mais se acha unida ao corpo, mas não é um Espírito errante. O Espírito errante é um ser que pensa e obra por sua livre vontade. De idêntica faculdade não dispõe o dos animais. A consciência de si mesmo é o que constitui o principal atributo do Espírito. O do animal, depois da morte, é classificado pelos Espíritos a quem incumbe essa tarefa e utilizado quase imediatamente. Não lhe é dado tempo de entrar em relação com outras criaturas”, diz “O Livro dos Espíritos”.

Ainda há esperança!

Mesmo sem um reencontro no desencarne, a espiritualidade pode lhe acarinhar com coincidências posteriores do plano superior. Um exemplo amplamente divulgado pela mídia espírita é sobre o desencarne de Boneca, pet do médium Chico Xavier. Após alguns meses, dois amigos próximos lhe deram outra cadelinha idêntica.

A filhotinha, ainda muito pequena, era carregada numa manta pelos amigos de Chico. Quando o médium chegou e a pegou no colo, ela se agitou e começou agir igual a Boneca “caçando suas pulgas” – uma brincadeira costumeira de Chico com a pet quando encarnada. Ao ser questionado sobre o fato, ele esclareceu:

“Quando nós amamos o nosso animal e dedicamos a ele sentimentos sinceros, ao partir, os espíritos o trazem de volta para que não sintamos sua falta. É, Boneca está aqui, sim. Ela ensina a esta os hábitos que me eram agradáveis. Nós seres humanos, estamos na natureza para auxiliar o progresso dos animais, como os anjos estão para nos auxiliar”.

Fontes: Alto Astral e O Livro dos Espíritos.

Postado por Leticia Lopes.

Para saber mais sobre o assunto, assista:


 

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