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Flagelo no Espírito Santo

Enviado em 24 de fevereiro de 2017 | No programa: Pronto Atendimento | Escrito por Daisy Mansano | Publicado por Rádio Boa Nova

Ao lermos, ouvirmos ou mesmo vivenciarmos situações difíceis, mas não impossíveis de serem solucionadas, ficamos constrangidos a ponto de nem nos colocarmos, passar opiniões ainda mais em uma mídia espírita.

Assim sendo, ao entendermos a doutrina que tanto nos mostra o caminho da ética, da moral, enfim da evolução, aprendemos à não julgar, então, não falaremos de gestão de políticas públicas, e sim dos flagelos materiais e espirituais, trazendo à luz do espiritismo essa matéria tão importante.

Primeiramente, já há muito entendemos que para toda uma “causa” há um “efeito”. Às vezes até mesmo material, como a segunda Lei de Newton, mas pode não ser, isso é o “efeito” vai depender do grau de entendimento moral, ético e da vontade de melhorarmos, pois também sabemos da grande importância do nosso livre – arbítrio. Isso é, nossa vontade, como é.

Ao falar de causa e efeito, logo lembramos de fatalidade. Os espíritos nos ensinam na questão 851, de O Livro dos Espíritos:

“A fatalidade só existe no tocante à escolha feita pelo espírito ao se encarnar, de sofrer esta ou aquela prova; ao escolhê-la ela traça para si mesmo uma espécie de destino, que é própria consequência da posição em que se encontra.

Fala das provas de natureza física, no tocante às provas morais e às tentações, o espírito conversando o seu livre-arbítrio sobre o bem e o mal, é sempre senhor de ceder ou resistir.

Um bom espírito ao fraquejar, pode correr em seu auxílio, mas não pode influir sobre ele a ponto de subjugar -lhe a vontade. Um espírito mau, ou seja, inferior ao lhe mostrar ou exagerar um perigo físico, pode abalá-lo e assustá-lo, mas a vontade do espírito encarnado não fica por isso menos livre de qualquer entrave”.

Segundo a questão 859a, de O Livro dos Espíritos:

“Não acrediteis, porém, que tudo o que acontece esteja escrito, como se diz. Um acontecimento é quase sempre a consequência de uma coisa que fizeste por uma to de sua livre vontade, de tal maneira que, se não tivesses praticado aquele ato, o acontecimento não se verificaria…”

Sem julgar, mas tomando consciência de nossos atos, conseguiremos um mundo para vivermos.

Sinceramente, até hoje não demos importância para a política de nosso país e do mundo, as guerras, genocídios, desastres naturais, em nossa indiferente opinião não existia no “Brasil, coração do mundo, Pátria do Evangelho!, pois “Deus é brasileiro”.

Hoje somos obrigados a enxergar, encarar de frente, nossa desatenção e descaso sócio-político- financeiro, nosso e do país, parar de colocar a culpa no outro que não fez o que cabe a nós fazermos.

Regra fundamental para amenizar toda e qualquer situação já nos foi dada por muitos mestres e pensadores, mas para nós o maior de todos, Jesus, nos disse: “Ama o próximo como a si mesmo”.

Como amar o próximo sem ao menos saber nos amar?

Para não nos alongarmos muito na parte filosófica, e já irmos para a prática, fica aqui a sugestão daquela estudiosa, não tanto praticante, dessa doutrina de fé, amor e caridade.

Comecemos hoje, agora, nesse instante entender e praticar esse ensinamento de Jesus.

Muito trabalho à frente, primeiro nos amarmos sem arrogância, prepotência, enfim sem exageros.

Amar ao próximo, aquele que convive conosco diariamente, família, parentes, amigos, chefes. Até mesmos nas casas espíritas, nas quais, muitas vezes, queremos impor nossa opinião.

Família material e espiritual, precisamos aprender, em família, o respeito para colocarmos à prova na sociedade.

Por hora isso, orar, sem ritualismo, correntes, etc. Para que os bons espíritos que estão nos apoiando sempre, e em todos os lugares, iluminem nossos governantes, porque não é por acaso que estão no comando, no mínimo, nós os colocamos lá.

Fazermos a diferença na família e na sociedade é comprometer-se em atitudes, palavras e ações melhores.

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