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“Mediunidade é a faculdade humana, natural qual se estabelecem as relações entre homens e espíritos.” Centenário de J. Herculano Pires

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A Importância do Pensamento; do Evangelho e da fé em Deus

Enviado em 10 de junho de 2015 | No programa: Fraternidade | Escrito por Vlademir Santos | Publicado por Juliana Chagas

Mãos unidas e abertas

No livro “Pensamento e Vida” o Benfeitor Emmanuel no tema “associação” nos alerta:

  • Estamos invariavelmente atraindo ou repelindo recursos mentais que se agregam aos nossos, fortificando-nos para o bem ou para o mal, segundo a direção que escolhemos.
  • Em qualquer providência e em qualquer opinião, somos sempre a soma de muitos.
  • Expressamos milhares de criaturas e milhares de criaturas nos expressam.

E no livro “Libertação” o instrutor gubio explica a André Luiz:

  • Reconheçamos, por exemplo, que o homem comum já atravessou, desde milênios, a estação evolutiva em que se demora o irracional e, em várias ocasiões, revela comportamento de nível inferior ao dele (na mesma obra o instrutor afirma que o homem lida com a razão, há, precisamente, quarenta mil anos…).
  • Imprimindo grave entorno à voz agradável e fraternal, acrescentou:
  • Notemos que nos mesmos, os desencarnados, nos movemos num campo de matéria que caracteriza por densidade especifica, embora rarefeita, quando confrontada com as antigas formas físicas, e nossa mente, em qualquer parte, na crosta ou aqui onde nos achamos, é um centro psíquico de atração e repulsão. O espírito encarnado respira numa zona de vibrações mais lentas, enfaixado num veículo constituído de trilhões de células que são outras tantas vidas microscópicas inferiores. Cada vida, porém, por mais insignificante, possui expressão magnética especial.
  • A vontade, não obstante condicionada por leis cósmicas e morais, inclinará a comunidade dos corpúsculos vivos que permanecerem a seu serviço por tempo limitado, à maneira do eletricista que liga as forças da usina para atividades num chargo ou para serviços numa torre. Sendo cada um de nós uma força inteligente, detendo faculdades criadoras e atuando no universo, estaremos sempre engendrando agentes psicológicos, através da energia mental, exteriorizando o pensamento e com ele improvisando causas positivas , cujos efeitos podem ser próximos ou remotos sobre o ponto e origem.
  • Abstendo-nos de mobilizar a vontade, seremos invariáveis joguetes das circunstancias predominante, no ambiente que nos rodeia; contudo, tão logo deliberemos manobra-la, é indispensável resolvamos o problema de direção, porquanto nossos estados pessoais nos refletirão a escolha intima. Existem princípios, forças e leis no universo minúsculo tanto quanto no universo macrocósmico. Dirija um homem a sua vontade para a ideia de doença e a moléstia lhe responderá ao apelo, com todas as características dos moldes estruturados pelo pensamento enfermiço, porque a sugestão mental positiva determina a sintonia e receptividade da região orgânica, em conexão com o impulso havido, e as entidades microbianas, que vivem e se reproduzem no campo mental dos milhões de pessoas que as entretêm, acorrerão em massa, absorvidas pelas células que as atraem, em obediência às ordens interiores, reiteradamente recebidas, formando no corpo a enfermidade idealizada.
  • Claro que nesse capítulo temos a questão das provas necessárias, nos casos em que determinada personalidade renasce, atendendo os impositivos das lições expiatórias, mas, mesmo ai, o problema de ligação mental é infinitamente importante, porquanto o doente que se compraz na aceitação e no elogio da própria decadência acaba na posição de excelente incubador de bactérias e sintomas mórbidos, enquanto que o espírito em reajustamento, quando reage, valoroso, contra o mal, ainda mesmo que benéfico e merecido, encontra imensos recursos de concentrar-se no bem, integrando-se na corrente de vida vitoriosa.

Prestimoso e digno, gúbio continuou:

  • Nossa mente é uma entidade colocada entre forças inferiores e superiores, com objetivos de aperfeiçoamento. Nosso organismo perispiritual, fruto sublime da evolução, quanto ocorre ao corpo físico na esfera da crosta, pode ser comparado aos pólos de um aparelho magneto-elétrico. O espírito encarnado sofre a influenciarão inferior, através das regiões em que se situam o sexo e o estômago, e recebe os estímulos superiores, ainda mesmo procedentes de almas não sublimadas, através do coração e do cérebro.
  • Quando a criatura busca manejar a própria vontade, escolhe a companhia que prefere e lança-se ao caminho que deseja.

 

Extraído do livro “Pensamento e Vida”, Espírito: Emmanuel e livro: “Libertação”, Espírito: André Luiz, médium Francisco Cândido Xavier.

 

Foto ilustrativa: http://www.freepik.com/

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