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Jornal nova era

Mulher perdoa assassino do próprio pai

Enviado em 17 de julho de 2017 | Publicado por Elen Alarça

O exercício do perdão ainda é o melhor remédio para o engrandecimento do espírito. Quem o pratica está elevando sua alma. Um exemplo recente aconteceu com a canadense Margot Von Sluytman. O pai dela desencarnou num assalto no ano de 1978 por conta de um assalto na loja que trabalhava.

Em entrevista à BBC, Margot afirmou que sentia dor pelo retorno à Pátria Espiritual do pai e, inclusive, pelo assassino, Glen Flett. “Sinto a dor. E também sinto uma dor intensa por… por Glen. Porque acho que deve ser muito difícil viver com isso”. O assassino foi condenado e muitos anos se passaram. Na prisão, Flett praticou o cristianismo e foi solto após cumprir sua pena.

A aproximação das almas só aconteceu quando um amigo de Flett leu um artigo sobre o trabalho fraterno que Margot realizava e o avisou. Em seguida, Flett e sua mulher decidiram fazer uma doação anônima ao trabalho dela. Horas mais tarde, sua esposa recebeu um e-mail: “Você é casada com o Glen Flett, o homem que matou meu pai na segunda-feira de Páscoa, dia 27 de março de 1978?”, dizia a mensagem.

Após o ocorrido, Flett e Margot começaram a se falar por cartas e mensagens sobre o fatídico dia do assalto. O arrependimento de Flett comoveu a mulher, que o perdoou. Aos que perguntam o por quê da decisão, a resposta é sempre a mesma: “Porque é a coisa certa, correta para mim e para Glen. Sinto que meu pai, minha mãe e os pais de Glen, estão sendo celebrados. Toda a dor deles não é em vão. Temos esperança, amor, possibilidades e diálogo”.  

Esse exemplo de perdão é inspirador para todos nós. No livro “O Consolador”, Emmanuel, espírito iluminado, na psicografia do inesquecível médium, Chico Xavier, lançou a seguinte questão: “Concilia-te depressa com o teu adversário” – essa é a palavra do Evangelho, mas se o adversário não estiver de acordo com o bom desejo de fraternidade, como efetuar semelhante conciliação?”

A resposta: “Cumpra cada qual o seu dever evangélico, buscando o adversário para a reconciliação precisa, olvidando a ofensa recebida. Perseverando a atitude rancorosa daquele, seja a questão esquecida pela fraternidade sincera, porque o propósito de represália, em si mesmo, já constitui uma chaga viva para quantos o conservam no coração. ”

Fonte: Só Notícia Boa e Nosso Lar

 

Leticia Lopes, 26, é jornalista guarulhense formada pela Faculdade Anhanguera e colaboradora da Rádio Boa Nova e TV Mundo Maior. Já assinou matérias em jornais locais e atuou como assessora de comunicação. Nas horas vagas, gosta de ler romances e revistas de jornalismo literário. Não dispensa uma boa pizza e a companhia de amigos. É nerd, adora jogar videogame. Além disso, é apaixonada pelo mundo espiritual e por leituras que engrandecem a alma.

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