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“Manhãe”

Enviado em 30 de dezembro de 2013 | No programa: Pensamento e Vida | Escrito por Antonio Carlos Tarquinio | Publicado por Rádio Boa Nova

solCachorros latiam, pausadamente, aqui e a li.

Pássaros multicores entrecortavam o céu azulejado, emitindo, cada um a seu tempo ou em uníssono, suas vozes, seus cantos, qual sinfonia regida por maestro invisível, a orquestrar harmoniosamente, todas as palavras inarticuladas da natureza.

Uma claridade divinal beijava a face de todas as coisas e enquanto a claridade beijava, o silêncio abraçava.

Como deixar de sentir o vento fresco que soprava gostoso balançando as folhas das árvores, tal qual a nossa mãe outrora, nos pegava no colo a fim de assoprar os machucados oriundos das brincadeiras desastrosas de infância.

Adoro essas manhãs por serem assim como o amor luminoso de mãe, porquanto nos beijam as faces, e nos abraçando em silêncio nos curam as feridas da alma.

Antonio Carlos Tarquínio

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