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Medo de dirigir e Espiritismo

Enviado em 25 de outubro de 2016 | No programa: A Caminho da Luz | Escrito por Carlos Signei | Publicado por Juliana Chagas

Entender o medo sempre foi uma coisa complicada para as ciências do comportamento, assim como pelas vias racionais doMulher dirigindo empirismo que não conseguem ver na materialidade explicações cerebrais que justifiquem o efeito.

Para a psicologia, psicanálise e outras ciências do comportamento, a análise limita-se a busca de traumas conscientes ou inconscientes ocorridos ainda na gestação, nascimento, infância, até o presente, com exceção da terapia de vidas passadas que compreende  a imortalidade da alma. Entre tantos medos que assolam nossa sociedade contemporânea, um deles é o medo de dirigir, algo tão especifico, que nos traz muitas duvidas e elaborações reflexivas. Como encontrar a causa desta aflição mediante a uma experiência histórica tão nova e recente? Já que 1876 é considerado o ano de nascimento do automóvel moderno, pelo inventor alemão Karl Benz, mas que teve sua produção revolucionada a partir de 1913 por Henry Ford.

Partindo da premissa que o medo  é o efeito de  uma causa aparentemente desconhecida, ai é que a Doutrina Espírita acalenta nossos corações e trás a luz da razão a justiça causada e gerada pelo entendimento da reencarnação como explicação aos fenômenos que não se limitam a materialidade ou algo que esteja fora do Ser.

Quando a Doutrina Espírita, enquanto ciência, tem como objeto de estudo o Espírito, seres inteligentes da criação, que povoam o universo, que pré existem e sobre-existem ao corpo, rompe a limitação de explicação do efeito em um tempo preso a memória e matéria. Trazendo-nos  uma separação entre a lei de ação e reação, que é correspondente a matéria e a lei de causa e feito que rege a do Espírito imortal.

As pessoas sempre querem explicar as coisas de forma material ou matemática, tipo: tem medo de dirigir, porque na outra encarnação matou alguém ou morreu atropelado por um carro. Ainda bem que a coisa não funciona assim, pois caso for gerada por ignorância, não terá o efeito daquele que realizou o mesmo ato por livre e assumida escolha, além de que temos que levar em conta o grau de arrependimento e os talentos disponíveis que podem ser utilizados como instrumento no processo de reparação.

O importante é pensarmos que quando reencarnamos não participamos de um sorteio que nos premia com algum tipo de medo específico, tudo é o efeito de uma causa que deve ser  reparada  para nosso próprio beneficio, seja para uma limitação de ações ou para nossa superação, enfrentando-os e vencendo-os com trabalho, dedicação e amor.

A boa vontade, como já dizia Kant, é o principio de toda moral, o porque ou o  pra que está inserida na própria história do Espírito, que precisa do esquecimento para voltar ao aprendizado que cura e liberta.

Se o seu sonho de dirigir é maior que do ato de conduzir uma maquina por simples satisfação e auto-afirmação, vá em frente, use de todas as possibilidades possíveis, todas as alternativas de tratamentos psicológicos e espirituais, mas se a tua intuição diz que o medo representa muito mais, aceita como limitação, assume a nova lição como parte passageira de algo que não vai te gerar mais pesares e endividamentos.

Rogue a Jesus a iluminação das tuas dúvidas, convide seus amigos protetores espirituais para acalmar seu coração a te dirigir nos caminhos com ou sem um automóvel.

Lembre-se sempre, o efeito sempre tem uma causa de ser, e que um acidente de carro apenas é regido pela lei de ação e reação de Newton, onde os estragos materiais fazem parte, mas os espirituais é de bom tom evitá-los.

Eu sei que não te ajudei muito, pois a resposta sempre estará em você. Acredite nisso. Lute por isso.

 

Foto ilustrativa: freeimages.com

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