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“Não exijas dos outros qualidades que ainda não possuem.” Chico Xavier

Memoria-espirita

Camille Flammarion

Enviado em 2 de abril de 2016 | Publicado por Juliana Chagas

Nicolas Camille Flammarion nasceu em Montigny- Le-Roy, França, no dia 26 de fevereiro de 1842, uma criança precoce que revelou qualidades excepcionais, aos quatro anos de idade já sabia ler, aos quatro e meio sabia escrever e aos cinco já dominava rudimentos de aritmética.

Educado em Langres – uma comuna francesa na região administrativa de Champanha-Ardenas, começou a trabalhar com dezesseis anos de idade no observatório de Paris, no departamento de cálculo de Leverrier.

Aos 16 anos de idade, foi nomeado presidente da Academia, a qual, ao ser inaugurada, teve como discurso de abertura o tema “As Maravilhas da Natureza“, época em que escreveu Universal“, um livro de quinhentas páginas, posterior a sua primeira obra literária “O Mundo antes da Aparição dos Homens“.

Em 1862, deu-se a ruptura com os astrônomos, com a publicação do livro La pluralité des mondes habités, data inicial dos livros populares de astronomia que foram escritos por ele, traduzidos para diversas línguas, como sua obra mais conhecida, “Astronomia popular, de 1880, além de escrever e editar uma série de revistas científicas e astronômicas.

Foi astrônomo, pesquisador psíquico e divulgador científico francês, que recebeu notórios prêmios científicos, além de homenagens com a nomenclatura oficial de alguns corpos celestes por ser um importante pesquisador e popularizador da astronomia.

Flammarion, um dos primeiros pesquisadores psíquicos e espíritas, desenvolveu extensa atividade nessas áreas, resumindo seus pontos de vista depois de 60 anos de investigação própria sobre fenômenos paranormais, sustentados por um discurso realizado na pioneira associação parapsicólogica Society for Psychical Research em 1923, ano em que presidiu a associação, onde afirmou que acreditava em telepatia, duplo etérico, teoria da fita de pedra e raras manifestações mediúnicas.

Membro da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas – fundada pelo codificador do Espiritismo e amigo Allan Kardec, proferiu um longo discurso em homenagem ao codificador em seu enterro, afirmando que o mesmo era o “bom senso encarnado“, relatando com as palavras de um profundo estudioso, que o Espiritismo não é uma religião, mas uma ciência, ciência da qual conhecemos apenas o  a b c

No fim de sua vida escreveu sobre pesquisas de física. Em 1883, fundou o observatório de Juvisy-sur-Orge, dirigindo-o pelo resto de sua vida, incentivando o trabalho de observadores amadores.

Nicolas Camille Flammarion retornou a pátria espiritual no dia 3 de junho de 1925 em Juvisy, França.

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