QUER RECEBER NOSSAS NOTÍCIAS EXCLUSIVAS?

“Mediunidade é a faculdade humana, natural qual se estabelecem as relações entre homens e espíritos.” Centenário de J. Herculano Pires

Artigos

“Memórias de um Suicida”

Enviado em 8 de abril de 2015 | No programa: Fraternidade | Escrito por Vlademir Santos | Publicado por Rádio Boa Nova

Livro Memórias de um Suicida

Uma reflexão dos assistidos, em palestra no mundo espiritual, no livro “Memórias de um Suicida”, comentada no programa Fraternidade.

Médium: Yvone do Amaral Pereira.

“…Na escala ascensional da longa e gloriosa preparação para a vida eterna! Isto, porém, levará milênio sobre milênios!….

Nenhum homem, portanto, como nenhum espírito, poderá fugir às atrações irresistíveis dessa lei, quer dela se desagrade ou lhe tribute respeito, uma vez que é necessária a toda a criação, como fatora que é do seu progresso, da sua ascensão para o melhor, até o perfeito!

Na vinha do senhor- o universo infinito – existem obreiros indicados ao melindroso serviço de promovê-la. No que concerne à terra, encontram-se eles sob as vistas do unigênito de Deus, a quem se acha afeta a redenção do gênero humano.

Assim como diariamente o homem assiste ao romper do sol e ao seu declínio no horizonte; assim como sente soprarem os ventos e vê caírem as chuvas, crescerem e frutescerem as plantas, as flores rescenderem seus perfumes e os astros rebrilharem no infinito dos espaços, sem avaliar a imensidão e aspereza do trabalho que tudo isso significa, e ainda menos a dedicação, os sacrifícios que tão sublime labor requer das legiões de servos invisíveis que, no mundo astral, são incumbidos da conservação do planeta, segundo os altos desígnios do onipotente criador, também diariamente assiste a milhares de renascimentos de semelhantes seus, e de muitos outros seres vivos e organizados, ignorando a emocionante, encantadora epopeia divina que contempla!

E tanto se habituou o homem a ver-se rodeado das manifestações divinas, que se tornou a elas indiferente, não cogitando da apreciação e do louvor às suas grandezas, considerando-as naturais, mesmo comuns, como realmente são! Como, porém, não ser assim, se ele próprio esta mergulhado no seio do universo divino, como descendente do divino criador de todas as coisas?!…”

Ouvíamos com muito agrado, sem nos animarmos ao menor aparte. Tudo aquilo era novo e muito emocionante.

 

Foto ilustrativa: jeronimomendonca.files.wordpress.com

Deixe seu comentário: