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O Dever Democrático

Enviado em 21 de março de 2016 | No programa: Mutirão | Escrito por Franklin Felix | Publicado por Juliana Chagas

O coletivo Espiritismo e Direitos Humanos, conscientes do dever democrático perante os desafios sociais, econômicos, políticos, 6 Balões de diálogo coloridosreligiosos e científicos, declara:

1. Acreditamos no estado democrático de direito como uma condição inviolável em nosso país, não sendo admissível compactuar com qualquer tentativa do contrário;

2. Compreendemos que o diálogo, o debate e a liberdade de falar, ouvir e ser ouvido é de fundamental importância para a consolidação da democracia em todas as esferas da sociedade brasileira;

3. Lutamos e trabalhamos por um mundo mais plural e justo, e entendemos que o extremismo, a violência, o ódio e a indiferença nos afasta de um mundo com essas condições;

4. Somos contra a corrupção nos seus mais amplos aspectos, e que as acusações, estabelecimento de provas, ampla defesa, julgamentos e condenações de crimes dessa ordem devam seguir estritamente a lei, imparcial, apartidária e laica. Qualquer violação nesse sistema nos aproxima da barbárie, ou seja, do estado de exceção.

Deixamos como mensagem os apontamentos do nosso mestre, Allan Kardec:

“O bem e o mal que praticamos são resultados das boas e das más qualidades que possuímos. Não fazer o bem que se pode fazer é uma prova de imperfeição. Se toda a imperfeição é fonte de sofrimento, o Espírito deve sofrer não só por todo o mal que tenha feito, mas também por todo o bem que podia fazer e que não fez durante a sua vida terrena.” – do livro O Céu e o Inferno, Código Penal da Vida Futura, item 6º.

 

Com isso, façamos o bem, façamos ao próximo àquilo que gostaríamos que conosco fizessem.
 

Foto ilustrativa: freepik.com

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