QUER RECEBER NOSSAS NOTÍCIAS EXCLUSIVAS?

“Um dos aspectos notáveis da evolução espiritual humana é que todos os doentes da alma se tornam médicos por sua vez.” Bezerra de Menezes

Artigos

Preparando-se para morrer

Enviado em 26 de julho de 2016 | No programa: Momento Espírita | Escrito por Onivaldo José da Silva | Publicado por Juliana Chagas

portalDeus criou o elemento material e o espiritual. Criou todos os Espíritos, simples e ignorantes, porem, subordinados à lei natural.

 

Quando encarnamos e reencarnamos possuímos temporariamente um corpo físico, oriundo do elemento material, administrado e dirigido pelo Espírito.

A reencarnação atesta nossa existência antes do berço e a continuidade depois do túmulo.

Como Espíritos imortais ainda imperfeitos, reencarnamos, mas mergulhados no corpo físico, sofremos a influência material, tão acentuada, que normalmente só valorizamos aquilo que percebemos pelos nossos sentidos físicos.

A morte é um processo natural em todas as etapas da vida física.

Mas a morte, quase sempre, surpreende. Ninguém sabe como e quando virá.

Assim entendemos porque a maioria das pessoas tem medo de morrer. Elas vêem na morte a destruição de tudo.

Morte nada mais é do que uma transformação. Não é o fim. É uma passagem para uma nova etapa, necessária no caminho da evolução.

O medo de morrer decorre, em geral, da falta de informação, lembrando que a nossa morada definitiva é o mundo dos Espíritos.

O homem precisa de uma referência para a contagem do tempo e diante desta necessidade criou vários calendários terrestres.

Deus que é eterno, portanto atemporal, não tem e nem adotou qualquer calendário para determinar quem e quando irá morrer uma atribuição da lei natural.

Logo não existe uma data estabelecida antes para qualquer um morrer.

Todos nós morreremos um dia e não será um dia caprichosamente escolhido por Deus. A morte acontecerá no exato momento de morrer, repetindo, segundo leis naturais, dependendo também de outros fatores, acontecimentos e situações, que muitas vezes estão fora ou independem do nosso controle. Disso podemos concluir que ninguém morrerá na véspera, mas no instante certo de morrer. (Vide LE – Fatalidade – questões 851 e seguintes).

Deixemos de lado as ilusões, mitos e fantasias e busquemos os valores inalienáveis da virtude e do conhecimento, nosso passaporte para as várias moradas conforme ensinou Jesus de Nazaré no Evangelho.

Preparar-se para morrer, embora difícil, é tão importante como preparar-se para viver.

O ideal é estarmos preparados, vivendo cada dia como se fosse o último e não a véspera, aproveitando o tempo que nos resta nesta existência, num esforço disciplinado e produtivo em favor da edificação humana.

 

Foto ilustrativa: morguefile.com

Deixe seu comentário: