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Primeiramente, o mais importante

Enviado em 25 de maio de 2015 | No programa: | Escrito por José Augusto Pinheiro | Publicado por Juliana Chagas

Filho beijando mãe

Os milhares de colaboradores e voluntários das Casas André Luiz têm nobre missão há 66 anos: assistir crianças muito especiais, de todas as idades e com os diversos graus de deficiência física e/ou mental. Vale a pena visitar a instituição aos domingos, das 14h às 16h, e vislumbrar novos horizontes em sua vida.

A Rádio Boa Nova – 1450 AM, onde trabalho diariamente, integra a Fundação Espírita André Luiz, cujo objetivo é a difusão da mensagem de Allan Kardec (1804-1869). Os estúdios da emissora funcionam no prédio administrativo das Casas. Por isso, é comum haver uma verdadeira comissão de recepção formada por essas crianças maravilhosas.

Irineu é cadeirante assistido, e estava aguardando os colaboradores da Instituição dias atrás, quando eu cheguei para minha missão cotidiana. Ele quis dizer-me algo, mas a comunicação dele é diferente. E eu sou incapaz de compreendê-lo somente com o olhar, ou com a telepatia – o que seria bem mais eficaz. Havia uma mensagem e um emissor, mas o receptor (eu) era limitado.

Nesse momento, entrou em ação a sempre presente Ana Miranda, cuja solicitude é exemplar. Ela pegou a prancha do Sistema Bliss, utilizada para situações como aquela acima mencionada, e buscou o símbolo que Irineu havia escolhido para expressar a sua ideia inicial. Após inúmeras tentativas em vão, nosso querido amigo conseguiu localizar a primeira parte de sua ideia: “POR FAVOR…”

O restante da mensagem não se completou, pelo menos na semana que se seguiu. Mas ficou a importante lição de vida, que compartilho neste texto, de que não importa quão difícil seja a situação, jamais devemos perder o senso de gentileza. Utilizar as palavras mágicas ‘por favor, com licença e muito obrigado’ valorizam a comunicação, e abrem portas e… corações. Não consta em livro de história algum que a educação e o amor fraterno tenham motivado o fim das civilizações; o egoísmo, sim.

 

Foto ilustrativa: http://www.freeimages.com/

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