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Somos todos irmãos

Enviado em 29 de julho de 2015 | No programa: Juventude Maior | Escrito por | Publicado por Juliana Chagas

O violinista Solomon Northup, interpretado pelo ator Chiwetel Ejiofor.

O violinista Solomon Northup, interpretado pelo ator Chiwetel Ejiofor

No mês de julho a equipe do programa “Juventude Maior”, abordou diversos tipos de preconceitos. No último programa (25/07) o tema foi: preconceito racial, debatendo sobre o filme “12 anos de escravidão”, do diretor Steve McQueen.

Vencedor de 9 Oscar, o filme é baseado em uma história real, acompanhando a triste história de um homem livre e letrado, um músico que vive nos Estados Unidos de 1841. Enganado por uma oferta de trabalho, onde é aprisionado e levado ao sul ilegalmente para ser escravo, deixa sua família e sofre agressões e humilhações por 12 anos.

O filme contém cenas fortes de sofrimento, mas nos fazem refletir diante de todas as dificuldades e momentos tenebrosos que a escravidão proporcionou a tantas pessoas inocentes.

Uma das maiores chagas da humanidade é o preconceito, seja qual for a forma de ferir, a dor é imensurável.

No Livro “A Gênese”, Allan Kardec no fala sobre o preconceito e a reencarnação:

“Com a reencarnação, desaparecem os preconceitos de raças e de classes sociais (castas), pois o mesmo Espírito pode tornar a nascer rico ou pobre, capitalista ou proletário, chefe ou subordinado, livre ou escravo, homem ou mulher.”

Somos dotados do mesmo sistema respiratório, digestivo e a matéria que compõe o corpo é igual. Quando desencarnarmos, o corpo físico que nos foi emprestado irá se decompor, e assim acontecerá com todas as outras criaturas.

Por que não aceitar o diferente? Por que se incomodar?

Jesus Cristo de uma maneira humana e formidável diz que devemos amar o nosso próximo como a nós mesmos.

E qual será ainda a dificuldade de todas as criaturas?

Mesmo escrevendo, desenhando, o preconceito continua por aí. Ele está enrustido, está quieto, pronto para atacar a próxima vítima.

Não sejamos os agressores. Que possamos ser agentes transformadores da paz e da compreensão.

Que possamos aprender a conviver como irmãos.

Para terminar este texto, vamos refletir com a frase de Martin Luther King:

Aprendemos a voar como pássaros, e a nadar como peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos.

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