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“Um dos aspectos notáveis da evolução espiritual humana é que todos os doentes da alma se tornam médicos por sua vez.” Bezerra de Menezes

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Transexualismo desde a Infância

Enviado em 29 de junho de 2016 | No programa: | Escrito por Adeilson Salles | Publicado por Juliana Chagas

O número de suicídios entre os jovens que não conseguem lidar com a própria condição sexual é crescente.Criança de costas sentada olhando para baixo

Chamam a atenção, os meninos ou meninas, que desde a mais tenra idade demonstram preferências comportamentais contrárias ao corpo no qual se manifestam.

Essa realidade, longe de ser considerada uma aberração, por mais paradoxal que pareça comprova os postulados espíritas nos fazendo compreender a realidade da vivência de suas vidas passadas.

Muito se tem dito ao longo dos anos acerca do comportamento homo afetivo, e via de regra, as opiniões esbarram nos “achismos”, que nada acrescentam, ou trazem uma informação segura e respeitosa para aqueles que experimentam essa condição.

Alguns afirmam, que a homo afetividade é uma questão de “polaridade invertida”, absurdo.

Outros dizem que é castigo, delírio para quem não acredita em um Deus verdadeiramente bom como nos apresentou Jesus.

Portanto, hoje, de posse te tantas informações científicas, e também, de posse das informações contidas nas obras da codificação, pode-se compreender de maneira clara a vida dos nossos irmãos que experimentam essa condição reencarnatória.

Muitos jovens me escrevem pedindo ajuda por terem a condição homo afetiva na presente encarnação.

Alguns pensam em suicídio, por não conseguirem lidar com a pressão da família e da sociedade que discrimina sem piedade os ditos, “diferentes”.

Sempre afirmo para os nossos jovens, que eles não são gays, mas que estão gays na presente vida.

Os mecanismos pelos quais a misericórdia divina se utiliza para auxiliar o espírito em sua trajetória evolutiva ainda são insondáveis pelos homens.

Sendo assim, e pensando pela ótica reencarnacionista, aqueles que tem a condição homo afetiva, ou de transsexualidade não são como muitos pensam, uma deformidade da natureza, pois, como nos ensinam os espíritos não é o corpo que ama, mas o espírito.

Para muitos espíritos encarnados a busca pelo prazer a qualquer custo identifica a predominância da matéria sobre o corpo, e isso se dá também nos heterossexuais.

Todos buscamos em nossas relações a satisfação emocional, antes da sexual.

O gozo dura segundos, a alegria do diálogo afetivo dura a vida toda.

As relações promiscuas, independente de serem heterossexuais ou homo afetivas, revelam a inferioridade espiritual de quem age assim.

Quanto as crianças que trazem a condição transexual em seu comportamento, devemos entender e apreender essa situação pela ótica do espírito, entendendo que é uma condição, o que está muito longe de ser uma orientação, ou opção.

Nos refolhos da alma estão mistérios insondáveis a nossa compreensão.

O Espiritismo traz uma lente nova para compreendermos que, repetindo o que está escrito acima, não é o corpo que ama, mas o espírito.

Muitos jovens sofrem, por encontrar equilíbrio e acolhimento apenas em pessoas do mesmo sexo.

A vida é mais do que a conjunção carnal entre as pessoas e a Doutrina Espírita dilata muito a nossa compreensão sobre esse assunto.

Quando a sociedade humana compreender a vida de maneira integral, corpo e espírito, crianças que manifestem psiquismo contrário ao corpo que habitam serão compreendidas, e receberão tratamento normal, como toda criança.

Em qualquer situação cabe bem o respeito cristão pela condição de cada um.

Bendita reencarnação, que se mostra pelos painéis da vida humana.

Quem tem olhos de ver, veja, quem tem ouvidos de ouvir, ouça, e quem tem coração para amar, apenas ama, e não julga.

 

Foto ilustrativa: freeimages.com

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