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Uma história de cura para o câncer

Enviado em 19 de novembro de 2015 | No programa: Entre Amigos | Escrito por Equipe Entre Amigos | Publicado por Juliana Chagas

Paula Zamp, Luiz Saegusa e Marcela Meneghetti

Paula Zamp, Luiz Saegusa e Marcela Meneghetti

Nesta semana, recebemos Marcela Meneghetti Duarte, de 25 anos, que ano passado foi diagnosticada com câncer – Linfoma de Hodgkin, o linfoma de Hodgkin ou doença de Hodgkin é um tipo de câncer que começa nos linfócitos, que são parte do sistema imunológico do organismo.

Durante o programa, Marcela deu seu depoimento de como perseguiu e conseguiu sua cura, contando com ajuda da obra “O Médico Jesus” do comunicador da rádio Boa Nova, José Carlos de Lucca, leitura obrigatória durante os dias de “reclusão” que lhe foram necessários durante as quimioterapias e contou, inspirando tantas outras pessoas que passam pelo desafio da doença do câncer, a maior de todas as lições: aceitar a doença e lutar.

“Quando recebi a notícia, foi meu pai quem falou pra mim. Naquele momento de choque, eu tive a certeza que eu teria um caminho árduo, mas que eu teria a cura 100% e pra sempre!”, recorda-se Marcela. E  ‘cura 100% e para sempre’ virou seu lema.

O grande desafio é não se lamentar e ficar se questionando “por que comigo?”. Pois bem, todos os nossos desafios em vida foram propostos e/ou aceitos por nós mesmos para nossa evolução, ou são consequências de nossos atos e caminhos escolhidos. Logo, não existem vítimas em qualquer situação.

“Eu sempre fui uma pessoa que guardava tudo para mim, que não discutia, que interiorizava tudo. Eu não batia de frente, eu aceitava tudo e isso foi, de alguma forma,  ficando impresso no meu espírito até que passou para a matéria. Então, tive que me concentrar em curar o espírito e a matéria”, explica Marcela com seu tom alegre e descontraído.

Ela, durante todo o programa, nos deu lições de como ser forte, de como enfrentar os desafios com a cabeça erguida, sem qualquer resquício de vitimismo, tristeza ou apatia. Claro que tiveram momentos em que ela se viu testada, como quando recebeu o resultado de um exame, depois de 6 meses de quimioterapia, foi detectado que a doença não tinha saído totalmente do seu corpo e não estava curada, que precisava fazer um transplante de medula para que tivesse a sua cura. Aquele momento foi sim, triste e desesperador em saber que o caminho seria um pouco mais longo e árduo do que ela pensara. Porém,  depois das lágrimas, ela sacudiu a poeira e com a cabeça erguida continuou o tratamento e conseguiu o resultado que tanto queria: curar 100% e para sempre.

Essa é a história de Marcela que pode ser contada como espelho da história de tantos outros que entenderam os desafios da vida, em especial os do câncer, com dignidade, força e fé. Principalmente fé, porque entender que estamos aqui para aprender, evoluir, que nada que nos acontece é por acaso ou simplesmente “castigo de Deus”, que somos responsáveis por tudo o que nos acontece é um ato de fé na Inteligência e Amor supremo.

Viva para a Marcela, viva as Marias, as Lucias, os Joãos, os Márcios, os Albertos, para todas as guerreiras e guerreiros! Porquê para vencer desafios e ser feliz é preciso muita fé e coragem!

Você pode ajudar!

Quer conhecer mais sobre a história da Marcela, seu dia a dia e ver suas dicas sobre maquiagem e estilo? Ela tem um blog super bacana que se chama blogmamene. Acesse aqui!

A Marcela também participa do Banco de Lenços Flávia Flores. Nesse banco, com apoio do Instituto de Oncologia Santa Paula, milhares de lenços são recebidos por doação, higienizados, embalados e distribuídos para mulheres pacientes com câncer  com intuito de trazer autoestima e beleza para aquelas que perdem seus cabelos por conta do tratamento. Quer saber mais e ajudar? Acesse: Banco de Lenços Flávia Flores.

No caso da Marcela, ela mesmo pode doar a medula para ela mesma. Se não tivesse condições, ela teria que achar um doador compatível 100% para fazer o transplante e assim salvar sua vida. A chance é de 1 para 100mil. Imagine quantas pessoas passam pelo mesmo desafio e poderiam ter mais chances de cura se tivéssemos mais opções nos bancos de medula? Doar medula é um ato de amor e salva vidas. Saiba como realizar a doação, os pré-requisitos e Hemocentros participantes, acesse: INCA.

Com a quimioterapia e o transplante de medula, o índice de plaquetas no sangue do paciente diminui muito causando deficiência também no sistema imunológico. A doação de plaquetas é importante e feita nos mesmos moldes da doação de sangue. Para ser mais informações sobre o procedimento, você pode encontrar informações nos hospitais ou pelo telefone da fundação Pró-Sangue 0800-55-0300, ou pelo site da Fundação Pró-Sangue.

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