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Você está intoxicado de quê?

Enviado em 19 de novembro de 2013 | No programa: Allegrum Vivi | Escrito por Joely Pucci | Publicado por Rádio Boa Nova

Uma pergunta bastante comum que deveríamos nos fazer é “Estou intoxicado de quê?”. Tronco do corpo humano

Mas, infelizmente ainda não conseguimos entender ou sequer ter a noção de que somos banhados e intoxicados por fontes contaminantes de metais pesados, que justamente dificultam esta observação sintomática simples.

Isso mesmo! Metais pesados ou também ditos intoxicantes, presentes em absolutamente tudo que consumimos, de alto poder destruidor silencioso, com efeito cumulativo em estruturas ósseas, musculares, tecido adiposo e, principalmente, em tecidos nobres como nosso sistema nervoso central. Mas afinal, o que são estes metais tão perigosamente destruidores de nossas células nervosas, que sorrateiramente vão se ligando as células sadia, promovendo sua degeneração ou modificação de sua estrutura de replicação de DNA ou, melhor ainda, inibindo a regeneração tecidual, bem como promovendo o comprometimento funcional do organismo?

Esta é uma grande explicação para o envelhecimento acelerado do nosso relógio biológico interno. Quantos indivíduos cronologicamente não retratam sua idade biológica? E quantos com pouca idade cronológica já demonstram um envelhecimento biológico, quer seja endógeno ou exógeno, notoriamente observável em sua física e sua limitação orgânica?

Metais quimicamente definidos como altamente reativos e bioacumuladores dos quais o organismo humano não consegue eliminar sozinho. Seu acúmulo provoca distúrbios metabólicos, alterações neurológicas e comportamentais, bem como inibição do potencial regenerativo do organismo e fatalmente resultando em morte celular (apoptose química), do qual a estrutura celular deixa de existir, deixando como substituto células alteradas morfológica e funcionalmente. Talvez esteja aí uma explicação para a diferenciação celular que origina os diversos tipos de cânceres.

Há alguns metais dos quais nosso organismo necessita de doses diminutas, como é o caso do cobre, cromo, cobalto, molibidênio, selênio, manganês, pois participam de inúmeras reações bioquímicas do organismo.

Como exemplo citaríamos a presença de zinco correlacionada a funcionalidade normalizada do sistema imunológico, pois já se sabe pela visão ortomolecular que alguns anticorpos necessitam desta substância para sua síntese. Porém, há outros metais que são completamente nocivos ao organismo humano e não desempenham funcionalidade benéfica ao metabolismo bioquímico do ser e sua presença cumulativa pode ocasionar, como dissemos anteriormente, várias doenças degenerativas no organismo do ser vivo, como doenças autoimunes (lúpus, tireoidite de Hashimoto, fibromialgia, alergias respiratórias, doenças degenerativas, artrites, osteoporose, doença de Alzheimer e Parkinson.

A título de exemplo citaríamos: alumínio, arsênio, mercúrio, chumbo e níquel.

Assim, quais as fontes contaminantes destes metais, como evitá-las e qual a sintomatologia pertinente?

  • Alumínio:  água, queijo fundido, farinha de trigo branca, panelas de alumínio, cosméticos, antiácidos, pesticidas, antiperspirantes e quentinhas. 

Sintomas: constipação intestinal, cólicas abdominais, Parkinson, Alzheimer, perda de memória, dificuldade de raciocínio, hiperatividade infantil, dificuldade de aprendizado, perda de energia.

  • Mercúrio: pesticidas, agrotóxicos, amálgamas dentárias, água, garimpos, tintas, açúcares, pescados contaminados, lâmpadas fluorescentes, cosméticos, produtos derivados do petróleo, explosivos e cosméticos.

Sintomas: depressão, fadiga generalizada, fibromialgia, ansiedade, tremores, síndrome do pânico, fraqueza muscular, dor de cabeça, parestesias, descontrole motor, alucinações em crianças, insônia, dentes moles e soltos, perda do senso da dor, perda de desempenho sexual e sudorese.

  • Chumbo: tintas em geral, tintas de cabelo, cosméticos, alimentos enlatados, cigarros, baterias de carro e celular, papel jornal, agrotóxicos.

Sintomas: irritabilidade, agressividade, indisposição, convulsões, pesadelos, insônia, AVC, anemias, doenças renais, fraqueza muscular, osteoporose, náuseas e problemas de coagulação e alguns tipos de câncer.

Pois bem, será que realmente nós não estamos intoxicados?

Como saber então se estamos frente as intoxicações ou excessos ou carências?

A terapia ortomolecular com sua visão de equacionamento e equilíbrio das moléculas orgânicas aborda justamente esses aspectos de verificação das intoxicações presentes no organismo, bem como avalia justamente com aparelhos específicos, como é o caso do OLIGOSCAN, mineralograma intracelular com tecnologia suíça de leitura espectofotômica.

Além de verificar os metais pesados, é possível avaliar as carências e excessos de minerais e vitaminas no organismo. Entende-se que um organismo em homeostasia atua como um excelente veículo promotor de saúde, do qual poderá usufruir com maestria uma qualidade de vida extremamente saudável e salutar.

A desintoxicação destes metais poderá ser feita através da terapêutica homeopática e/ou hidroterapia biofrequencial, ambas adequadas a necessidade do paciente. A correção de faltas ou excesso de vitaminas e minerais poderá ser tratada pela nutrição ortomolecular. 

 

Foto ilustrativa: stock.xchng

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