Caridade Seletiva

É ainda uma característica do ser humano praticar uma caridade seletiva e partidarizada, priorizando lados e dando as costas a outros. Talvez seja um ato inconsciente que expressa nossas imperfeições, mas ainda sim é uma atitude visível a ser apontada, uma questão a ser reparada. 

Podemos fazer caridade de diferentes formas, seja ela material ou a caridade moral. Esmolas, comida ou uma palavra, um tempo; é possível fazer e já fizemos, entretanto, escolhemos qual fazer e para quem fazer. 

A caridade seletiva pode se apresentar em diferentes faces, sendo uma delas a que fazemos aos que nos são caros, amigos e familiares, os quais comungamos afinidades de pensamento, sentimentos e convivência. Há também casos em que priorizamos a caridade externa, para aquele que nunca compartilhamos palavras, as pessoas desconhecidas. 

Note, porém, que a seletividade se expressa ao excluirmos um grupo em ambos os casos. É pouco válido estender a mão ao círculo social próximo e destratar outros que precisam, porém que divergem de ti por alguma questão, seja ela religiosa, política ou por simplesmente não conhecer. 

No outro caso acabamos por priorizar a caridade externa, somos gentis com aqueles que precisam e estão fora do nosso círculo. Entretanto a caridade seletiva grita quando, com isso, nos cegamos para os que precisam e estão do nosso lado, como a família.  

Sejamos justos e gentis aos expressar atos de caridade. Que possamos assim pensar no próximo igualando todos como nossos irmãos, deixando de lado a caridade seletiva e praticando a verdadeira caridade crística, aquela que expressa o amor em sua maior grandeza. 

Confira um programa relacionado ao assunto “Caridade seletiva”:

 

 

 

Escrito por: Ricardo Guelfi de Souza

Estudante de Jornalismo na Universidade Anhembi Morumbi. Assistente de Mídias Sociais na TV Mundo Maior.

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