Chegada no mundo espiritual – Livro “O Céu e o Inferno”

chegada no mundo espiritual

Como é a chegada no mundo espiritual?

Antes de abordarmos como é a chegada no mundo espiritual, vamos relembrar que o mundo ou plano espiritual é o nome dado a realidade extra-física onde os espíritos se encontram após a desencarnação.

No que diz respeito o e a rotina, eles são diferentes das do plano físico. Já que no mundo espiritual eles (espíritos) possuem uma noção mais ampla de suas obrigações. Por exemplo, André Luiz, no livro Nosso Lar, relata situações do cotidiano dos espíritos.

Portanto, como é a chegada no mundo espiritual?

No livro “O Céu e o Inferno”, de Allan Kardec, há um relato do espírito Samuel Felipe, que desencarnou em dezembro de 1862, aos 50 anos, vítima de uma dolorosa doença. Ainda de acordo a obra, apesar de ter tido uma vida difícil, Samuel Felipe nunca destratou ninguém e não teve más intenções. 

Confira a seguir os relatos da chegada no mundo espiritual:

Segundo relatos de o Céu e o Inferno, Samuel Felipe percebeu que apesar de sua encarnação ter sido de sofrimento. Ele pôde exercer a paciência, amar seus inimigos, além de perdoar e agradecer todos aqueles que lhe fizeram mal.

“(..) Foi à força de muito trabalho que me transformei no que sou agora. Para apagar os últimos traços de meus erros anteriores, era preciso ainda sofrer essas últimas provas, que voluntariamente aceitei. Busquei na firmeza de minhas resoluções a força para suportá-las sem queixas (…)”

Samuel Felipe continuou:

(…) Oh! Vocês que me fizeram sofrer na Terra, que foram duros e mal intencionados comigo, que me humilharam e me cobriram de amargura, vocês, cuja maldade muitas vezes me levaram às piores privações, não somente os perdoo como agradeço”.

Sua coragem foi de extrema importância para combater as adversidades para  seu crescimento espiritual. Seu sofrimento lhe proporcionou felicidade e saldo de suas falhas em vidas passadas.

De acordo com a obra, o espírito relatou a sua chegada no mundo espiritual:

“(..) a morte veio como um sorriso, sem luta, sem traumas. A separação ocorreu sem esforços, sem dor e sem que eu percebesse (..)

No final de seu relato, o espírito disse que vendo o seu corpo e tendo as lembranças de seu sofrimento, agradeceu o sentimento de liberdade que o mundo espiritual lhe proporcionou.

“Meus restos mortais ainda não tinham sido enterrados e eu já os olhava com piedade, feliz por ter me livrado deles. Estava tão feliz de ser livre! Respirava à vontade, como alguém que sai de uma atmosfera repugnante. Uma indescritível sensação de felicidade penetrava todo meu ser, a presença daqueles que eu tinha amado me enchia de alegria”.

Confira o programa Boletim, da TV Mundo Maior e saiba mais sobre: a chegada no mundo espiritual, o dia a dia:

 

 

 

 

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