Conviver com a AIDS

Para ressaltar a solidariedade, a tolerância e a compaixão com as pessoas infectadas pelo vírus HIV foi escolhido o dia 1º de Mulheres vestindo camiseta branca com laço vermelhodezembro como o Dia Mundial da Luta Contra a Aids.

Esta data foi adotada em 1987 pela Assembleia Mundial da Saúde com apoio da Organização das Nações Unidas – ONU e no Brasil foi oficializada um ano depois.

Conforme os dados divulgados pelo Instituto de Métricas e Avaliação da Saúde, da Universidade de Washington, a doença permanece sendo uma das mais incapacitantes, apesar dos avanços em políticas públicas, principalmente nas pessoas entre 25 e 45 anos.

Esta triste realidade nos leva a refletir sobre qual é a melhor forma de sobrevivência das pessoas infectadas, mesmo sabendo que a Aids não os limita a ter uma vida normal, sem abandonar o convívio afetivo e social.

Seguindo todas as recomendações médicas, aderindo o tratamento com os medicamentos chamados coquetéis antiaids é possível amenizar os sintomas físicos e psicológicos aumentando a sobrevida e a qualidade de vida dos soropositivos.

Movimentos Auxiliares

Campanhas com referência a data comemorativa também ajudam a maneira de lidar com a doença.

A campanha virtual “Desafio da Camisinha”do Instituto de Infectologia Emílio Ribas promovida pela unidade de Secretaria de Estado da Saúde em São Paulo convida a participação de todos através das redes sociais, alertando a importância do uso do preservativo. Saiba mais no Portal do Governo do Estado de São Paulo.

Vale lembrar que além do sexo sem camisinha outros fatores causam HIV:

  • De mãe infectada para o filho durante a gestação, o parto ou a amamentação;
  • Uso da mesma seringa ou agulha contaminada por mais de uma pessoa;
  • Transfusão de sangue contaminado com o HIV;
  • Instrumentos que furam ou cortam, não esterilizados.

Além desta e outras campanhas realizadas para lembrar a importância desta data, podemos também fazer a nossa parte!

Vamos conviver bem com os soropositivos, deixando de lado preconceitos e discriminações sem fundamento, pois doenças (no geral) também servem como aprendizado para o alcance da plena evolução dos espíritos.

“As doenças pertencem às provas e às vicissitudes da vida terrena. São inerentes à grosseria da nossa natureza material e à inferioridade do mundo que habitamos… Nos mundos mais avançados, física e moralmente, o organismo humano, mais depurado e menos material, não está sujeito às mesmas enfermidades que o nosso, e o corpo não é minado secretamente pela devastação das paixões.” O Evangelho Segundo o Espiritismo – cap. XXVIII – Coletânea de Preces – Prece pelos Doentes.

Dica da Rádio Boa Nova

Entenda mais sobre a luta contra a Aids com o programa Momento Espírita pela Rádio Boa Nova.

O livro “O Limite da Esperança” conta a experiência do confiante Ricardo que acreditava no seu discernimento e nas suas escolhas. Até que o pior aconteceu: em meio a exames de rotina devido a uma febre, constata que está com Aids. Leia!

 

Foto de chamada: edmilsonbritorodrigues.com.br

Foto ilustrativa: Istockphoto

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