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3 tipos de obsessão, segundo Raul Teixeira

Enviado em 9 de agosto de 2018 | Publicado por Rádio Boa Nova

3 tipos de obsessãoRaul Teixeira, durante uma palestra falou sobre os 3 tipos de obsessão, que são definidas por Allan Kardec, em O Livro dos Médiuns, em:

  • obsessão simples;
  • fascinação;
  • subjugação.

Ainda nesta obra, o codificador do espiritismo, nos ensina que a obsessão é uma das grandes dificuldades que a prática espírita pode apresentar porque ela se caracteriza pelo:

“Domínio que alguns Espíritos exercem sobre certas pessoas. É praticada unicamente por Espíritos inferiores, que procuram dominar pois os Espíritos bons não impõem nenhum constrangimento”.

3 tipos de obsessão, segundo Raul Teixeira

Segundo Raul Teixeira, o primeiro nível é a Obsessão Simples. E ainda, está obsessão recebe este nome porque a criatura que é atacada pelos espíritos negativos, sombrios, perturbadores, sabe o que está fazendo.

“Ela tem lucidez, sabe que está sofrendo.  Ela identifica uma ação espiritual que age sobre ela, só que é esporádico. A criatura surta em alguns momentos”.

Raul Teixeira cita como exemplo:

“De repente dentro de casa tem um surto e grita, quebra, e após está ação, ela volta aparentemente ao seu normal e a vida segue. Na via pública, ela tem surtos de irritabilidade, de agressividade e pede desculpas às pessoas”.

Para finalizar as considerações a respeito deste tipo de obsessão, o médium disse que a cada surto a pessoa não retorna ao seu antigo equilíbrio.

“Ela está a cada surto uma pouco mais fragilizada. Os surtos são mais frequentes, duradouros, profundos”.

E ainda:

“É um momento em que cada qual que esteja sofrendo esse assédio deverá cuidar-se. É a identificação de que há frestas morais impondo essas penetrações espiritismo no meu psiquismo. Porém, há muitas pessoas que sofrem a obsessão simples acabam gostando, e com isso, acaba caindo na fascinação”.

Fascinação

De acordo com Raul Teixeira, neste estágio o fascinado sofre uma outra investida tenebrosa das entidades devastadoras.

“Na fascinação a característica primordial é a suspensão do discernimento. O fascinado perde a autocrítica; perde a capacidade de auto-avaliar-se. E ainda, ele fala e faz coisas absurdas”.

Outras características dos fascinadores

O médium disse também que o fascinador retira sua “presa” do convívio, do contato, de todas as pessoas que poderão ajudá-lo, despertá-lo.

“O fascinador se frequenta o Centro Espírita, a primeira providência dos fascinadores é afastá-lo. E quando não frequenta, ele (fascinado) não vai mais a casa da mãe, da sogra, dos amigos”.

E completou:

“O fascinador é caprichoso e vai abocanhando cada vez mais a cota de sua presa, o fascinado é o indivíduo que não se admite equivocar, errar. O fascinador põe na cabeça do fascinado que ele é imbatível, que não erra”.

Ainda de acordo com o médium, este tipo de obsessão é uma das mais terrível e o tratamento é o mais díficil. E a tendência é o indivíduo derrapar para o terceiro nível da obsessão, que é a: Subjugação.

Subjugação

Neste momento, o subjugado perdeu totalmente a vontade, ele está mais limitado.

“O subjugado tem lucidez das coisas que faz, ele já não consegue evitar de fazer. Ele não tem força moral, ele está sobre controle da entidade”.

Raul Teixeira completou:

“Ele sabe que vai agredir uma pessoa, ele não consegue deter o movimento. As entidades dos subjugados desejam vê-lo na pior situação”.

 

Por Juliana Chagas 

Jornalista e produtora da Rádio Boa Nova

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