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Diferentes modos de comunicação – Revista Espírita

Enviado em 3 de dezembro de 2018 | Publicado por Rádio Boa Nova

Diferentes modos de comunicação

Diferentes modos de comunicação

Quantas vezes não escutamos alguém falando que ouviu alguma batida na parede? Ou então, algum móvel se arrastando?

Antes de falarmos sobre os diferentes modos de comunicação. Vamos relembrar o caso das Irmãs Fox, considerado o caso mais famoso dos tempos modernos.

No ano de 1848, em Hydesville, EUA, na casa da Família FOX, as Irmãs Kate e Margareth, ouviam leves batidas, sons parecidos com arranhões nas paredes, assoalhos e móveis.

Após, as batidas aumentarem, um das irmãs desafio a “força invisível”, batendo palmas, ela disse: Sr. Pé Rachado, faça o que eu faço”. De modo imediato repetiram-se as palmadas. Quando a menina parou, o som parou em seguida.

Com aquela resposta, Margareth, disse brincando: “Agora faça exatamente como eu. Conte um, dois, três,quatro e bateu palmas”. O que ela pediu foi repetido com exatidão.

Leia mais: Conheça um pouco das histórias da Irmãs Fox

Na Revista Espírita de 1858, Allan Kardec, nos apresentou os diferentes modos de comunicação. Confira:

De acordo com o codificador da doutrina espírita, as comunicações inteligentes entre os Espíritos e os homens podem ocorrer por meio de sinais, pela escrita e pela palavra.

Sinais

Este tipo de comunicação diz respeito ao movimento significativo de certos objetos, aos ruídos ou golpes que são desferidos.

“Quando os fenômenos comportam um sentido, não deixam dúvida quanto à intervenção de uma inteligência oculto, porquanto, se todo efeito tem uma causa, todo efeito inteligente deve ter uma causa inteligente

Sob a influência de certas pessoas, ou seja, pelos médiuns, um objeto pode executar movimentos convencionados, bater um determinado número de golpes e transmitir, assim, repostas pelo sim e pelo não, ou por letras do alfabeto.

E ainda, os golpes podem também ser ouvidos sem nenhum movimento aparente e sem causa ostensiva. Entretanto, de todos esses objetos, devido a facilidade, a mobilidades, as mesas são os mais utilizadas.

Os espíritos superiores intitularam este tipo de comunicação como: sematologia espírita. Expressão que dá ideia e compreende todas as variedades de comunicações por meio de sinais, movimentos dos corpos ou pancadas.

Escrita

Conhecida como psicografia, é empregada por um correspondente, por exemplo, Chico Xavier.

Neste tipo de comunicação, os Espíritos usam como intermediários pessoas dotados da faculdade de escrever sob a influência da força que as dirige e que obedecem a um poder evidentemente fora de seu controle.

A mão do médium, é agitada por um movimento involuntário. Os Espíritos tomam o lápis e o deixam do mesmo modo. Esta é a psicografia direta.

Já na psicografia indireta, a escrita é obtida também pela posição das mãos, sobre um objeto disposto de modo conveniente e munido de um lápis ou qualquer outro instrumento apropriado a escrever.

Neste caso, os objetos mais utilizados são as pranchetas ou as cestas.

Comunicações

As comunicações que são feitas, por meio da psicografia, são mais ou menos extensos, de acordo com o grau de faculdade mediadora. Enquanto, uns não obtêm senão palavras, outros, escrevem frases completas,e frequentemente, dissertações desenvolvidas sobre assuntos proposto pelos Espíritos.

Já no que diz respeito a escrita, em alguns casos, ela é clara e legível. Em outros, só quem escreveu consegue decifrar, já que, a carta é lida por uma espécie de intuição ou dupla vista.

“Sob a mão da mesma pessoa, a escrita muda, em geral, de maneira completa, com a inteligência oculta que se manifesta, e o mesmo tipo de letra se reproduz cada vez que a mesma inteligência se manifesta”, Revista Espírita.

Palavra

Segundo a Revista Espírita, certas pessoas sofrem nos órgãos vocais a influência de um poder oculto que se faz sentir  na mão daqueles que escrevem. Eles transmitem, pela palavra, o que outras transmitem pela escrita.

No que diz respeito às comunicações verbais, elas ocorrem algumas vezes sem intermediário corpóreo.

“Palavras e frases podem ressoar aos nossos ouvidos ou em nosso cérebro, sem causa física aparente. Os Espíritos podem, igualmente, aparecer-nos em sonho ou em estado de vigília, e dirigir-nos a palavra para nos dar avisos ou instruções”.

Sematologia

A sematologia, é o tipo de comunicação mais incompleto. Neste caso, os espíritos superiores não se servem voluntariamente, seja por causa da lentidão, seja porque as respostas são incompletas e sujeitas a erro.

Como conclusão, a escrita e a palavra são os meios mais completos para a transmissão de pensamento, seja pela precisão, pela extensão dos desenvolvimentos que comportam.

Vale lembrar que os espíritos comunicam-se pelos meios que julgam apropriados.

 

Por Juliana Chagas 

Jornalista e produtora da Rádio Boa Nova

 

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