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Expiações Terrenas – Relato de Conde Max, o mendigo

Enviado em 8 de outubro de 2018 | Publicado por Rádio Boa Nova

Expiações Terrenas - Relato de Conde Max, o mendigoNo nível planetário em que nos encontramos as Expiações Terrenas são fundamentais para o nosso crescimento moral. O Planeta de Provas e Expiações abriga àqueles espíritos que precisam reaprender e resgatar questões que não foram antes resolvidas. 

As Expiações Terrenas são para nós, espíritos imperfeitos, uma oportunidade valiosa de nos aperfeiçoarmos e depurarmos moralmente. Uma questão pertinente que se faz empecilho em nossa evolução é o materialismo e o apego às riquezas materiais.

Encontramos na obra kardequiana “O Céu e o Inferno” o relato do Espírito Max, presente no capítulo Expiações Terrenas. Nesta história é possível observarmos a relação entre ser humano e riqueza material, processo que pode prejudicar o progresso do espírito.

Max era um mendigo que morreu por volta de 1850 em uma pequena cidade na região da Baviera. Perdeu seus pais quando ainda era muito pequeno e sempre foi pobre tendo que trabalhar duro para sua sobrevivência, enquanto a nobreza se deleitava em riquezas.

Ele sofria por muitas doenças e por volta de 40 anos ficou paralítico e não pode mais trabalhar, nem em obras, nem no campo. Max, agora mendigo, se viu refém da caridade pública.

Era principalmente nos limites do castelo em que conseguia arrecadar doações, claro com muita humilhação. Apesar disso, Max sempre teve muita postura, o que o fez ser conhecido nas ruas como Conde.

O relato, porém, nos possibilita sair apenas da visão de efeito e mostrar as causas dessas Expiação Terrena. Por volta de 150 anos antes da encarnação como Max, este espírito fora um senhor muitíssimo rico dono de muitas propriedades onde hoje mendigava.

Nesta outra vida, Max era muito vaidoso, orgulhoso e presunçoso. Sua riqueza o servia para satisfazer os seus prazeres. Ele também humilhava e tratava seus empregados como animais e objetos.

O Evangelho Segundo o Espiritismo, no capítulo Não se pode servir a Deus e a Mamon, nos traz a reflexão do Espírito Pascal, em 1860. Intitulado “A verdadeira c propriedade”, esta comunicação é um alerta ante as riquezas materiais.

Pascal nos lembra que apenas levamos da vida terrena nossa inteligência, os conhecimentos e as qualidades morais. Ouro, joias e propriedades não comprar sua entrada no céu.

Somos apenas usufrutuários dos bens materiais aqui presentes, que a propósito foram concedidos por Deus. Essas riquezas também fazem parte da Expiação Terrena. É decerto, porém, que muitos espíritos acabam utilizando de forma imprudente prejudicando o coletivo social e a sua própria evolução espiritual.

Vamos então refletir se o valor que estamos dando aos bens materiais são equilibrados ou em excesso.

 

Leia também:

 

 

Para saber mais sobre Expiações Terrenas , assista:

 

Reencarnação – Visão espírita


 

 

Fonte: O Céu e o Inferno; O Evangelho Segundo o Espiritismo. Imagem ilustrativa retirada de canva.com.

 

Escrito por: Ricardo Guelfi de Souza

Estudante de Jornalismo na Universidade Anhembi Morumbi. Estagiário de Marketing na TV Mundo Maior.

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