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“Estude a si mesmo, observando que o autoconhecimento traz humildade e sem humildade é impossível ser feliz.” André Luiz

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Família na visão espírita

Enviado em 3 de julho de 2019 | Publicado por Rádio Boa Nova

Família na visão espíritaComo podemos definir família na visão espírita? 

Antes de abordarmos a família na visão espírita, vamos relembrar que o dicionário Aurélio define a família como: laços de parentesco. E estipula que as famílias são:

“Grupos de indivíduos que professam o mesmo credo, possuem os mesmos interesses, a mesma profissão, são do mesmo lugar de origem, etc”.

Família na visão espírita

Já a doutrina espírita nos ensina que a família é organizada no plano espiritual, ou seja, por meio de planejamento reencarnatório. Portanto, um espírito pode escolher a família daquele que brigou em outras vidas, tendo como objetivo a reconciliação. 

E ainda, a obra O Evangelho Segundo o Espiritismo nos ensina também que aqueles que reencarnam na mesma família, são, na maioria das vezes, Espíritos Simpáticos, ligados por relações anteriores. Entretanto, esses espíritos podem ser também completamente estranhos, afastados por antipatias. 

“Não são os da consanguinidade os verdadeiros laços de família, e sim os da simpatia e da comunhão de ideias, os quais prendem os espíritos antes, durante e depois de suas encarnações”. (Evangelho Segundo o Espiritismo)

Leia também: Família corporal e família espiritual – Evangelho Segundo o Espiritismo

Já a comunicadora Stella Pavanelli no programa Rádio Revista André Luiz, disse que, como somos espíritos reencarnantes, precisamos estar nos reencontrando seja para reparar um erro ou um desajuste com nossos desafetos. E para que isso acontece nós precisamos de um lugar e esse lugar é a família.

“É na família, onde um vai entender o outro ou no caso de desafetos preciso de um para quebrar esse ciclo, que vem acontecendo durante várias reencarnações”. 

Ainda no programa, a comunicadora Adriana Gallo, disse que a família é como um alicerce da sociedade. E sem esse alicerce não teríamos como nos basear na harmonia para reestruturar os laços familiares. 

Portanto, para o espiritismo a família é muito mais que uma célula da sociedade. Ela diz respeito a um agente transformador, para que a sociedade cresça em harmonia, mais fraterna.  A família é uma escola. 

“É no convívio familiar que nós vamos nos reparando. A família é uma construção diária”, Adriana Gallo. 

Para finalizar, vale lembrar que o espiritismo define dois tipos de famílias:

  • família espiritual – são aquelas que perduram por toda a eternidade. São aquelas pessoas que tem prazer na companhia do outro, não precisa necessariamente, irmão, pai e mãe. 
  • família corporal: são os laços consanguíneos. É aquele onde a gente reencarna. E ainda, o espírito pode não ter afinidade com os familiares, por exemplo, pode ser um inimigo do passado e até mesmo um espírito desconhecido em outras reencarnações. 

Saiba mais sobre a família na visão espírita no programa Rádio Revista André Luiz:

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