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Quem foi Anália Franco, a Dama da Educação Brasileira?

Enviado em 12 de agosto de 2018 | Publicado por Rádio Boa Nova

Quem foi Anália Franco, a Dama da Educação Brasileira?Anália Franco foi professora, jornalista, poetisa e filantropa brasileira. Nasceu no dia 1º de Fevereiro de 1853 em Resende, Rio de Janeiro. Aos cinco anos Anália Emília Franco mudou-se para São Paulo aos cinco anos com seus pais Antonio Maria Franco e Tereza Franco.

Desde os doze anos de idade mostrou-se interessada pela Educação e ajudava a sua mãe no magistério. Anália Franco encontrou a sua missão formando-se professora e dedicando-se de corpo e alma ao magistério público.

A Dama da Educação Brasileira cresceu na segunda metade do século XIX e enfrentou os preconceitos e o machismo para defender a igualdade entre mulheres e homens, negros e brancos e principalmente o direito à educação.

Em Taubaté iniciou sua trajetória no jornalismo, colaborando também para jornais literários do Rio de Janeiro. Em 1901 Anália Franco funda, com aprovação da Assembléia Geral, a “Associação Feminina Beneficente e Instrutiva do Estado de São Paulo”.

Anália Franco presidiu a Associação até o dia de seu desencarne com a missão de amparar, instruir e educar as crianças pobres da cidade de São Paulo. Acolhedora e justa, lutava pelas minorias com a sua força e perseverança.

Sem distinção ou preconceitos, a educadora era reconhecida no cenário nacional e elogiada na política pelos seus serviços sociais. No início sua Associação administrava 22 duas escolas que instruíam e educavam por volta de 2000 crianças pobres.

Sua crença no Espiritismo era sutil e nunca exprimiu em suas obras sociais a doutrina na qual acreditava. Mostrou-se íntegra e imparcial acolhendo as diferentes crenças e construindo suas obras sociais pela caridade e instrução.

Anália Franco criou ainda a Revista da Associação Feminina, os Asilos-creches, a Liga Educativa Maria de Nazaré e Bazar da Caridade. Apesar das crises, dificuldades e críticas de opositores e instituições católicas, a Dama da Educação sempre manteve-se firme para cuidar de sua grande família espiritual.  

Mulher incrível que se destacou ante o machismo da época chegando ao final de sua vida com a criação de setenta e uma escolas, dois albergues, uma colônia regeneradora para mulheres, vinte e três asilos para crianças órfãs, uma banda musical feminina, uma orquestra, um grupo dramático, além de oficinas para manufatura.

A professora, abolicionista, republicana, musicista, escritora e feminista retornou à Pátria Espiritual no dia 20 de Janeiro de 1919. Anália eixou sua marca e lutas nas lembranças e na história como inspiração ao progresso. Gratidão!

 

 

A verdadeira caridade não é acolher o desprotegido, mas promover-lhe a capacidade de se libertar.

Anália Franco

 

 

Leita Também:

 

Para saber mais sobre o assunto, assista:

 

Crescer Você: A educação segundo o espiritismo

 

Parte 1

 

 

Parte 2

 

 

Parte 3

 

 

 

Parte 4

 

 

 

Fontes: febnet; mundoespirita.

 

Escrito por: Ricardo Guelfi de Souza

Estudante de Jornalismo na Universidade Anhembi Morumbi. Estagiário de Marketing na TV Mundo Maior.

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