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Yvone do Amaral Pereira – Livro “Memórias de um Suicida”

Enviado em 13 de setembro de 2018 | Publicado por Rádio Boa Nova

Yvonne Pereira do AmaralNo dia 24 de dezembro de 1900, nascia em Santa Teresa de Valença (Rio das Flores), RJ, Yvonne do Amaral Pereira. Um dos grandes nomes do movimento espírita.

Sua mediunidade foi percebida em torno dos cinco anos porque a menina confundia os espíritos com os encarnados. Yvonne teve um relacionamento difícil com o pai, pois dizia que Manuel José Pereira Filho não era seu parente.

A menina apontava para o “nada” e dizia que aquele era seu pai. Este “nada”, diz respeito ao espírito de Charles, pai de Yvonne em vida passada. E ao lado de Charles, de Roberto de Canallejas, Bezerra de Menezes e Bittencourt Sampaio, a médium dedicou sua vida aos trabalhos de cura, passe, preces e desobsessão.

Yvonne Pereira do Amaral retornou à pátria espiritual no dia 9 de março de 1984, no Rio de Janeiro. E nos deixou diversas obras psicografadas, entre elas: Memórias de um Suicida.

Yvonne do Amaral Pereira- Livro “Memórias de um Suicida”

No livro, a médium com a orientação do espírito Léon Denis, o autor espiritual Camilo Castelo Branco, sob o pseudônimo Camilo Cândido Botelho, descreveu sua dolorosa experiência após a desencarnação do suicídio.

Apesar de relatos tristes, o livro apresenta valiosos ensinamentos. Além da misericórdia divina com os suicidas arrependidos, apresentando-lhes a oportunidade de conhecer o universo e a vida em sua integral dimensão.  

E ainda, a obra nos ajuda a compreender melhor as coisas e aceitar os nossos desafios que são impostos. Além de nos mostrar que sempre há um caminho de reconstrução para os arrependidos e que há esperança. Portanto, a reabilitação é possível.

Confira um trecho da obra “Memórias de um Suicida”:

“Coragem, peregrino do pecado! Volta ao ponto de partida e reconstrói o teu destino e virtualiza o teu caráter aos embates remissores da Dor Educadora! Sofre e chora resignado, porque tuas lágrimas serão o manancial bendito onde se irá dessedentar tua consciência sequiosa de paz!  Então, deixa que teus pés sangrem entre os cardos e as arestas dos infortúnios das reparações terrenas; que teu coração se despedace nas forjas da adversidade; que tuas horas se envolvam no negro manto das desilusões, calcadas de angústias e solidão!Mas tem paciência e sê humilde, lembrando te de que tudo isso  é passageiro, tende a se modificar com o teu ajustamento às sagradas leis que infringiste… e aprende, de uma vez para sempre, que és imortal e que não será pelos desvios temerários do suicídio que a criatura humana encontrará o porto da verdadeira felicidade…”

 

Por Juliana Chagas 

Jornalista e produtora da Rádio Boa Nova

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