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“Estude a si mesmo, observando que o autoconhecimento traz humildade e sem humildade é impossível ser feliz.” André Luiz

Quem são nossos obsessores?

Enviado em 8 de janeiro de 2019 | Publicado por Rádio Boa Nova

Quem são nossos obsessoresQuem são nossos obsessores?

Você certamente já ouviu falar em encosto, fantasma e obsessão. A doutrina espírita nos ensina que a obsessão tem como característica:

“O domínio que alguns Espíritos exercem sobre certas pessoas. É praticada unicamente por Espíritos inferiores, que procuram dominar, pois os espíritos bons não impõem nenhum constrangimento”.

Em O Livro dos Médiuns, Allan Kardec apresenta os três graus da obsessão, são eles:

  • Obsessão simples: é aquela em que os espíritos obsessores influenciam a mente dos médiuns com ideias.  Neste grau o médium percebe que está sendo obsediado.
  • Fascinação: o espírito obsessor age diretamente no pensamento do médium;
  • Subjugação: o médium vira uma “marionete” do obsessor, devido a forte influência.

Espíritos obsessores

Você sabia que um obsessor pode ser uma pessoa que você briga, que tem um conflito? Esta pessoa pode ter uma pendência com você e ficar te desejando o mal. Entretanto, vale lembrar que o obsessor age tanto no mal como no bem.

De acordo com Alexandre Caldini no programa Interpretando a Vida, da TV Mundo Maior, a obsessão é uma coisa comum, não deveria, mas aconteceu o tempo todo. Por exemplo:

“Duas pessoas se desentendem, brigam. Com isso, começa um conflito entre elas, e enquanto, isso não for resolvido há uma pendência entre elas”.

Caldini, completou:

“O que acontece é que, às vezes, um desses desencarna e o outro continua encarando. Esse que desencarnou perdoou? Não! Continua odiando o outro e vice-versa”.

Ou seja, a obsessão ocorre de encarnado para encarnado, de desencarnado para encarnado, entre encarnados, sendo que a mais comum é entre desencarnado e encarnado. E esses espíritos obsessores buscam um meio de importunar, de influenciar certas pessoas.  

Como resolver?

Segundo Alexandre Caldini é possível resolver com uma conversa.

“No Centro Espírita há um diálogo com o espírito obsessor falando: você está feliz? está sendo bom você agir assim?

Quando o espírito compreende isso, ele fala: Ta bom! Vou parar, vou largar esse negócio, ficar tranquilo”.

Caldini frizou:

“Mas é importante que haja uma melhora também no encarnado. Porque com os dois lados se melhorando acaba a obsessão. Se você acha que tem obsessão, que está sendo obsediado. Calma! Entenda o que é isso, aja da melhor forma possível, reze para essa pessoa”, Caldini.

Nós podemos também:

  • Nos afastar de pessoas negativas, que só reclamam;
  • Agradecer as conquistas, oportunidades. E esquecer motivos banais que deixam a alma pesada;
  • Não julgar o próximo;
  • Praticarmos o perdão;
  • Fazermos uma prece e o evangelho no lar

Saiba mais sobre o assunto: Quem são nossos obsessores no programa Interpretando a Vida:

 

 

Por Juliana Chagas 

Jornalista e produtora da Rádio Boa Nova

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