Kardec, meu companheiro de quarentena

Mais do que nunca, Kardec se tornou meu companheiro, meu amigo de quarentena. Ainda mais forte que em outras ocasiões, ao abrir suas obras encontro esclarecimento e conforto. Acredito que muito coisa esteja passando na cabeça de todos. 

Creio que tudo isso esteja mexendo um pouco com as mentes incessantes de todos nós, um turbilhão de sensações e emoções, positivas e negativas. Poderia falar algumas palavras, vocês já sabem eu diria. Precisamos ser positivos, o planeta precisa da oração. Verídica, porém, nada simples para nossos espíritos em jornada. 

Acho até que se faz necessária tamanha tempestade em nossos pensamos, pois nos fazem refletir e nos coloca em movimento de transformação. Estamos olhando e observando com mais atenção aquilo que em nossa rotina não observamos. Para nos ajudar a compreender tamanho momento histórico para a transformação espiritual da humanidade, uma palavra amiga se faz valer de forma magistral. 

No meu caso essa palavra amiga é Kardec, dele e os Espíritos Superiores é claro, jamais podemos esquecer. Sinto que muitos amigos estão ali, e cada palavra é um ombro que me mantém de pé, principalmente no Evangelho. Não somente na leitura que realizamos semanalmente, o Evangelho no Lar, mas quando preciso, ou até quando nem procuro, e abro uma página, lá encontro um reequilíbrio. 

É um momento de desafio e para enfrentá-lo precisamos de fé e esperança. São tempos difíceis, mas uma palavra amiga nos ajuda, nos fortalece. Quando sentir que está só, abra uma página, faça uma oração e permita sentir o abraço da espiritualidade amiga ao seu lado. Tenha fé e esperança e um bom amigo, como Kardec, para passar por esses momentos. Juntos somos mais fortes.

 

Escrito por: Ricardo Guelfi de Souza

Estudante de Jornalismo na Universidade Anhembi Morumbi. Assistente de Mídias Sociais na TV Mundo Maior.

 

 

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