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“Estude a si mesmo, observando que o autoconhecimento traz humildade e sem humildade é impossível ser feliz.” André Luiz

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O velho monstro

Enviado em 13 de dezembro de 2018 | Escrito por Antonio Carlos Tarquinio | Publicado por Rádio Boa Nova

Emmanuel comentou certa vez que “o egoísmo é um velho monstro de mil garras” 1 . Quanto mais vivo, mais me dou conta dessa verdade. O egoísmo é tão camaleônico em suas manifestações, através de nossa personalidade, que nem percebemos os pensamentos, as pressuposições, os julgamentos, os melindres, as ansiedades e inquietações nascidos da arrogância, da presunção, da soberba e vacuidade que constituem esta enfermidade da alma superveniente do inchaço do eu.

O egoísmo obnubila nossa percepção da realidade, envolvendo-nos na sombra da ignorância mais obtusa.

Quando não compreendemos situações e pessoas, quase sempre, é o egoísmo que está por trás desses transes, poluindo-nos o bom senso e lançando-nos no poço fundo da cegueira espiritual. Ele é o pai:

  • Da queixa.
  • Da desilusão.
  • Do descontentamento.
  • Da fome do espírito.

Aqueles que já conseguiram acordar para lhe fazer frente sabem que o principal antídoto contra ele é o esquecimento de si associado à fazenda do bem. E na fazenda do bem estão os outros, estamos nós.

Por isso, não nos esqueçamos:

  • Da oração.
  • Do bom livro.
  • Da meditação.
  • Da boa palavra.

 

Do toque de gentileza, acendendo o sorriso no rosto.

Do olhar sinceramente compassivo e tolerante…

De vez que orando, lendo e meditando, falando, sorrindo e mirando com compaixão instauraremos a semeadura da paz na alma que irradiará em torno de nós qual luz de pequena vela em meio à escuridão.

Antonio Carlos Tarquínio

1 Francisco Cândido Xavier, Emmanuel. Escrínio de luz. (No combate ao egoísmo)

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