Poesia espírita: tudo passa

Merlânio Maia

Merlânio Maia recita o poema espírita, de sua autoria intitulado Tudo Passa. O amor passa? As dores e risos passam? E o amor de Deus por nós também passa? Nesta vida tudo passa? Os conceitos materiais passam? Os enganos do mundo também passam? Saiba mais agora na Hora da Poesia Espírita.

Leitura complementar

Cap. 6 da Gênese, original de Allan Kardec: Espaço, tempo e matéria

Vamos dar continuidade no nosso estudo semanal, sobre a obra “A Gênese – Os milagres e as Predições. Segundo o Espiritismo.” primeira edição autêntica de Allan Kardec, vamos focar no capítulo 6 nos itens, espaço, tempo e matéria.

O espaço é a extensão que separa dois corpos

Dela certos sofistas deduziram que onde não houvesse corpos, não haveria espaço. Foi nisso que se baseiam alguns doutores em Teologia para estabelecer que o espaço era necessariamente finito.

Alegando que os corpos limitados a um certo número não poderiam formar uma série infinita; e que onde os corpos acabassem o espaço também acabaria. Dessa forma, o espaço é infinito pelo fato de ser impossível imaginar que tenha algum limite e porque, apesar da dificuldade que temos de conceber o infinito.

Para nós é mais fácil de avançar eternamente no espaço pelo pensamento do que nos determos em um lugar qualquer, após o qual não encontramos mais extensão a percorrer. Com isso, esse capítulo é extraído textualmente de uma série de comunicações ditadas à Sociedade Espírita de Paris, em 1862:

Sob o título de Estudos Uranográficos, e assinado Galileu, médium senhor C.F na Revista Espírita, as comunicações estão assinadas pelo médium Camille Flammarion (1842-1925), astrônomo, membro da Sociedade de Paris.

Porque o tempo, como o espaço é um termo que se autodefine; dele fazemos uma ideia mais justa estabelecendo uma relação com o todo infinito

Já a matéria, a primeira vista, nada parece tão profundamente variado, tão essencialmente distinto como as diversas substâncias que compõem o mundo.

Entre os objetos que a arte ou a natureza apresentam, diuturnamente, aos nossos olhares, estariam dois que mostram uma identidade perfeita, ou apenas uma semelhança?

Porque quanta diferença, sob o ponto de vista da solidez, da compressibilidade, do peso e das propriedades múltiplas dos corpos. Além disso, entre os gases atmosféricos e filão de ouro; entre a molécula aquosa da nuvem e a do mineral que forma a constituição óssea do globo.

Até o século 16, tempo de Galileu, que transmitiu esse texto, dominava a alquimia, que, apesar das influências mágicas, antecipou procedimentos futuras da Química.

Enfim, esses são alguns trechos retirados da Gênese, original de Allan Kardec. Portanto: adquira a sua: https://www.mundomaior.com.br/.

Texto publicado em 17 de julho de 2018. 

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